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2015-10-10

Desenvolva o domínio próprio


Desenvolva o domínio próprio
// Lagoinha

"Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio" (Provérbios 25.28)

O domínio próprio é um fruto do Espírito (veja Gálatas 5.22-23) e se desenvolve quando passamos tempo nos relacionando com Deus e praticando nossa obediência a Ele. Algumas vezes, preferimos que Deus nos controle e nos faça agir da forma certa, mas Ele quer que nós mesmos aprendamos a governar nosso espírito.

Provérbios 16.32 diz: "Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade". Exige domínio próprio não ficar ofendido, não tornar-se irado todas as vezes que alguém não faz algo da forma que gostaríamos. O domínio próprio é necessário sobre nossos pensamentos, palavras e apetite. Mas, uma vez que dominamos nosso próprio Espírito, somos considerados poderosos aos olhos de Deus, mais fortes do que alguém que domina uma cidade.

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2015-10-09

Tenha um plano


Tenha um plano
// Lagoinha

"Guia-me pela vereda dos teus mandamentos., pois nela me comprazo" (Salmos 119.35)

Vá dormir à noite com um plano para o dia seguinte. Não seja vago sobre o que você espera realizar. Uma manhã eu estava deitada na cama quando o Espírito do Senhor em disse: "Pare de ser ambígua". O dicionário define a ambiguidade como "dúvida ou incerteza", "algo capaz de ser compreendido por meio de dois ou mais sentidos".

Não tenha uma mente dobre. Não fique simplesmente esperando para ver o que acontece. Acorde com o plano de colocar Deus em primeiro lugar em tudo o que fizer. A Palavra de Deus é lâmpada para seus pés e luz para o seu caminho (seja Salmos 119.15). Fale com Ele antes de sair da cama; peça-lhe para tornar claro o que você precisa realizar hoje.

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Complete a frase


Complete a frase
// irmaos.com

Como você completaria a frase: uma pessoa é justificada com Deus por... o quê? Uma pessoa é justificada com Deus por... ser boa. Pagar seus impostos. Dar sanduíches aos pobres. Não beber demais ou não beber de jeito nenhum. Conduta cristã - esse é o segredo. Sofrimento. Aqui está a resposta. Não, é a doutrina. É assim que se é justificado com Deus. Não, não, não. Todos os itens acima são tentados. Todos são ensinados. Mas nenhum é de Deus. Na verdade, esse é o problema. Nenhum é de Deus. Quem salva, você ou Ele? Romanos 3:28 diz, "o homem é justificado pela fé". Não pelas boas obras, pelo sofrimento ou pela doutrina. Esses podem ser resultados da salvação, mas não são a causa dela. A salvação vem pela fé no sacrifício de Deus. No dom do Seu Filho. Não é o que você faz... é o que Ele fez.
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2015-10-08

O perverso e o justo, um contraste profundo


O perverso e o justo, um contraste profundo
// LPC Comunicações

Os homens perversos se alimentam da maldade e têm como propósito de vida derrubar aqueles que andam retamente. Sentem-se recompensados quando derrubam alguém que cruza seu caminho. Eis o que diz a Escritura: "Pois não dormem, se não fizerem o mal, e foge deles o sono, se não fizerem tropeçar alguém…" (Pv 4.16,17). Os perversos têm uma compulsão para o mal. Rolam no seu leito não para conciliar o sono, mas para maquinar o mal contra o próximo. Empregam sua inteligência e sua energia não para fazer o bem, mas para engendrar formas de oprimir as pessoas. Quando não conseguem levar a cabo sua intenção maligna, perdem o sono. O que lhes acalma a mente irrequieta é exatamente conceber os intentos perversos do coração. Tão logo concebem o mal, colocam-no em ação. As lágrimas dos outros são sua alegria. O fracasso dos outros, o seu triunfo. A seiva que lhes sustenta a vida é a violência. A motivação que lhes mantêm acordados é a destruição do próximo.

A Escritura contrasta o caminho dos maus com a vereda dos justos: "Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Pv 4.18). Naquele caminho reina a violência e a negridão subterrânea dos maus intentos; nesta vereda habita a luz que esparrama sua luz, como os raios do sol que surgem nas encostas dos montes. A vereda dos justos não é apenas um caminho iluminado, mas um caminho cuja luz vai crescendo como a luz do sol até ser dia perfeito. A vida do justo vai sendo aperfeiçoada de glória em glória. O brilho da face de Cristo resplandece nele. O fulgor da glória de Deus irradia nele. O justo é filho da luz e luz do mundo. Ele anda na luz, suas obras são feitas na luz e todo o seu corpo é iluminado.

O justo não dá marcha à ré em seu testemunho. Não vive ziguezagueando perdendo sua força em avanços e recuos. O justo caminha para frente, faz uma escalada para as alturas. Sua vida não se estaciona na região nebulosa do comodismo. O justo cresce no conhecimento e na graça. Avança para o alvo. Busca as coisas lá do alto, onde Cristo vive. Contempla o galardão. Aspira as coisas mais excelentes. Sua história começa na conversão, avança no processo da santificação, mas seu alvo é a glorificação, o dia perfeito.

Se a vereda dos justos é um caminho cheio de luz, o caminho dos perversos é uma estrada mergulhada em densas trevas. "O caminho dos perversos é como a escuridão; nem sabem eles em que tropeçam" (Pv 4.19). A escuridão é ausência completa de luz. É lugar de cegueira. É território assustador de confusão. É cenário de medo e pavor. É estrada povoada por aqueles que não sabem aonde vão nem sabem em que tropeçam. Se a luz é símbolo de conhecimento, a escuridão é o emblema da ignorância. Se a luz é símbolo de pureza, a escuridão é a evidência de sujeira. Se a luz é símbolo da santidade, a escuridão é sinal de iniquidade. Se a luz é símbolo do amor, a escuridão é prova de ódio.

O caminho dos perversos é como a escuridão: uma estrada marcada pela antivida. Uma vereda sulcada pelos buracos das desavenças. Uma senda onde as coisas mais vergonhosas se praticam sem qualquer pudor. Um trilho sinuoso que leva à morte. Os perversos caminham de solavanco em solavanco. Caem aqui, tropeçam acolá e nem sabem em que tropeçam. Longe de fazerem uma caminhada ascendente rumo à glória, fazem uma descida vertiginosa rumo ao abismo. Oh, caminho perigoso! Oh, caminhada inglória! Oh, triste destino! Só aqueles que amam a destruição continuam por esse caminho. Só aqueles que rejeitam a oferta da graça preferem esse caminho. Só aqueles que se recusam a crer em Jesus, o novo e vivo caminho, permanecem nessa estrada de densas trevas.

Reverendo Hernandes Dias Lopes

Nenhum outro evangelho

Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. (Gálatas 1.6-7)

Depois de visitarem as quatro cidades da Galácia evangelizadas durante sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé voltaram a Antioquia e relataram à igreja como Deus "abrira a porta da fé aos gentios" (At 14.27). E permaneceram ali por um longo tempo com os discípulos.

Lucas relata que durante esse período, "alguns homens desceram da Judeia para Antioquia e passaram a ensinar aos irmãos: 'Se vocês não forem circuncidados conforme o costume ensinado por Moisés, não poderão ser salvos'" (At 15.1). Trata-se por certo do mesmo fato mencionado em Gálatas 2.12: "Quando chegaram alguns da parte de Tiago" (isto é, que alegavam ser da parte de Tiago, já que mais tarde ele afirmou que eles não tinham sua autorização [At 15.24]). É possível imaginar a confusão provocada por esses visitantes. Eles eram judaizantes e menosprezavam o evangelho, insistindo que a fé em Jesus não era suficiente para os convertidos gentílicos; eles também deveriam guardar a lei, ou seja, permitir que Moisés completasse aquilo que Jesus havia começado. Até mesmo o apóstolo Pedro se deixou levar pelo ensino deles, de modo que Paulo teve de confrontá-lo publicamente, uma vez que a verdade do evangelho estava em jogo (Gl 2.11-16). Essa atitude de Pedro, no entanto, foi temporária, pois na ocasião do concílio de Jerusalém, ele já havia recobrado o bom senso.

Entretanto, alguns desses judaizantes "encrenqueiros" foram às cidades da Galácia e começaram a ensinar essa mesma mensagem distorcida. E para espanto de Paulo, eles estavam sendo bem-sucedidos. A situação chegou a tal ponto que Paulo considerou a atitude dos gálatas como uma deserção da parte deles e invocou um juízo solene sobre qualquer um (anjo ou ser humano, inclusive ele mesmo) que transformasse o evangelho das boas novas da graça (favor gratuito e imerecido de Deus) em uma religião de obras de justiça. Ele foi ainda mais longe, afirmando que, se a nossa salvação depende da obediência à lei, então "Cristo morreu inutilmente" (Gl 2. 21). Ou seja, se dizemos que podemos obter a salvação por nossos próprios méritos, então estamos indicando que não há necessidade da cruz. Paulo começa e termina com uma referência à graça (1.3; 6.18). O evangelho é a boa nova da graça de Deus, e não há outro evangelho.

Para saber mais: Gálatas 1.6-9

>> Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Aceitando O DiagnóStico


Aceitando O DiagnóStico
// irmaos.com

E curam a ferida da filha de meu povo levianamente, dizendo: Paz, paz; quando não há paz (Jeremias 8:11). Essa é a segunda vez que o Senhor ordena que o profeta Jeremias diga tais palavras. Os outros profetas e sacerdotes do povo mencionados aqui tinham de falar a verdade. No entanto, estavam enganando a si mesmos e aos demais quanto ao fato de estarem vivendo em oposição aos mandamentos de Deus. A razão de tal engano era porque se recusavam a acreditar no que Deus falava acerca da condição deles, a "ferida", ou seja, o estado doentio de pecado em que viviam. Eles confiavam em seu próprio diagnóstico e pensavam que a ferida era simples de curar. Imaginavam que havia paz e que ela permaneceria. Mas como continuavam em seus caminhos de pecado e não queriam se voltar a Deus, jamais poderia haver paz. O princípio de Deus é: "Os ímpios não têm paz" (Isaías 48:22). Aquele povo estava cometendo um erro mortal. o diagnóstico correto do coração do homem só pode ser encontrado na Bíblia. E ela também nos mostra a cura para a "ferida" que o pecado originou. Deus nos diz em sua Palavra que todos pecaram. Mas ele também diz que todos podem ser justificados gratuitamente por sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus (Romanos 3:23-24). Quem se rebela contra o que Deus fala está confirmando o seu estado de eterna condenação. Contudo, se nos ajoelharmos diante do veredito divino e admitirmos nossa culpa perante ele, seremos curados pela obra de redenção do Senhor Jesus Cristo. Aí então haverá paz, eterna paz.
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2015-10-07

Guarde sua mente


Guarde sua mente
// Lagoinha

"Eu nada posso fazer de mim mesmo [independentemente; segundo minha própria vontade, mas somente o que aprendi com meu Pai e conforme suas ordens]" (João 5.36)

Uma das razões pelas quais as pessoas não concluem as coisas é que elas mentalmente veem essas tarefas incompletas como monstros invencíveis. Se elas simplesmente agissem, descobririam que tais coisas não são tão difíceis de lidar.

1 Pedro diz: "Cinjam suas mentes, sejam sóbrios (circunspectos, moralmente alertas); coloquem sua esperança inteira e imutavelmente na graça (divino favor) que vem a vocês quando Jesus Cristo (o Messias) lhes é revelado". Não deixe sua mente governá-lo. Quando pensamentos de incapacitação lhe encherem a cabeça, pare e lembre-se de que a graça de Deus é suficiente para satisfazer todas as suas necessidades. Apenas faça uma coisa de cada vez e mantenha sua mente na habilidade de Deus, e não em si mesmo.