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2015-09-20

Durante A Noite Inteira


Durante A Noite Inteira

Dá ordem a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei do holocausto; o holocausto será queimado sobre o altar toda a noite até pela manhã, e o fogo do altar arderá nele (Levítico 6:9). Isso é tão lindo! O holocausto queimava "toda a noite até pela manhã". Na escuridão da noite, quando Israel dormia ou murmurava, o doce aroma do sacrifício estava subindo diante de Deus. E também não podemos comparar esse momento, no qual o Senhor Jesus não está mais visível, com uma noite escura e aterradora? Mas breve raiará a Brilhante Estrela da Manhã! Durante a longa, escura noite em que a ruína do "falso cristianismo" se torna cada vez mais evidente e o fracasso do povo do Senhor está por toda parte, é maravilhoso pensar que o aroma do sacrifício está tão fresco diante de Deus quando no momento em que é oferecido. Isso também não se aplica a nos individualmente? Sim! Se no coração nos afastarmos do Senhor e voltarmos para as coisas do mundo, nossa aceitação diante de Deus muda? Não, pois o aroma suave do sacrifício de Cristo, pelo qual somos aceitos diante de Deus é inalterável. A aceitação do crente nunca muda, mas nossa capacidade de desfrutar dele sim. Embora falhemos e nos afastemos do Senhor, e nosso coração esfrie e se torne duro como pedra, e embora o falso cristianismo se espalhe igual câncer, o holocausto será queimado toda a noite! Que o Senhor nos permita conhecer cada vez mais profundamente a fantástica obra do Senhor Jesus sobre a cruz. Por toda a eternidade este será o tema de nosso louvor, porque as riquezas da cruz jamais se esgotarão. O mesmo maravilhoso Salvador irá ocupar nosso coração completamente e fará surgir gratidão de nossos lábios e adoração de nosso coração. Que o Senhor nos conceda desfrutar disso agora mesmo!
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2015-09-19

Por que perdemos as bençãos?


Por que perdemos as bençãos?

Às vezes perdemos muitas bênçãos porque não damos o devido valor a tudo que recebemos constantemente de Deus. Ele nos abençoa no casamento, no trabalho, com filhos, com a igreja, com Jesus e o Espírito Santo etc. Contudo, com o passar do tempo, nos acostumamos e nos esquecemos de ser gratos a Ele, e, consequentemente, corremos o risco de perdermos muito do que recebemos.

Há uma pequena história que se conta sobre o poeta Olavo Bilac, que ilustra essa nossa negligência muito claramente. Diz-se que um amigo dele pediu-lhe que escrevesse o anúncio sobre um sítio que queria vender, então Olavo Bilac escreveu o seguinte:

"VENDE-SE ENCANTADORA PROPRIEDADE, ONDE CANTAM OS PÁSSAROS AO AMANHECER NO EXTENSO ARVOREDO, CORTADA POR CRISTALINAS E MAREJANTES ÁGUAS DE UM RIBEIRO. A CASA BANHADA PELO SOL NASCENTE OFERECE A SOMBRA TRANQUILA DAS TARDES, NA VARANDA."

Passado algum tempo, ao encontrar o amigo, Olavo Bilac perguntou se o anúncio surtira efeito e se ele havia vendido o sítio, ao que ele respondeu: Você está brincando, você acha que eu ia vender um sítio maravilhoso como aquele!

Murmuração e Ingratidão 

Assim somos nós. Somos guardados e abençoados por Deus e não exercemos o verdadeiro reconhecimento e, além de ignorarmos que a poderosa mão de Deus é que nos ajudou, muitas vezes reclamamos que não está bom. Que a vida está medíocre. Queremos mais. É a murmuração como a que reinava no coração dos israelitas no deserto. Deus fez grandes milagres por eles, como por exemplo abrir o mar vermelho, mas eles naufragaram no seco, no deserto, no mar da sua murmuração e ingratidão. Será que não estamos fazendo o mesmo, ou seja, com uma eterna insatisfação com tudo, inclusive com Deus, e estamos, por isso, sem rumo no deserto da vida.

Praticamos assim o pecado da ingratidão e magoamos o coração de Deus, e, o que ainda é pior, quando achamos que tudo que alcançamos foi por nosso próprio esforço. Vejamos o que a palavra de Deus diz sobre nossas realizações:

"Não que possamos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade vem de Deus" (2 Coríntios 3.5 NVI).

"pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele" (Filipenses 2.13 NVI).

Eu tinha um amigo que dizia "duas vezes é perdido, o que ao ingrato é concedido". Com a nossa ingratidão podemos perder as bênçãos e enfraquecer e até mesmo perder a amizade do Senhor nosso Deus.

Reclamamos do carro e esquecemos de que antes andávamos de ônibus; reclamamos dos filhos e esquecemos o tanto que ansiamos pela vinda deles; e também daqueles que clamam a Deus por um filho; reclamamos do trabalho e nos esquecemos de quando estávamos desempregados; reclamamos do pastor e nos esquecemos de quando éramos como ovelhas perdidas sem pastor; enfim, reclamamos de tudo e de todos até da Igreja cujo líder e cabeça é o Senhor Jesus. Só nós não nos julgamos culpados de nada. Achamos que somos sempre inocentes vítimas.

Quando murmuramos estamos dizendo que Deus é um incompetente, que não sabe fazer as coisas direito. Nada contra querer melhorar de vida, mas sem deixar de reconhecer que até aqui quem nos ajudou foi o Senhor e que o que temos deve ser colocado a serviço do Reino.

Devemos ser gratos a Deus por tudo que Ele tem feito por nós: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. (1Tessalonicenses 5.18 ARC)". Mesmo que pareça pouco o que temos, devemos saber que o pouco com Deus é muito. Gideão com apenas 300 homens venceu milhares de Filisteus e também Davi com apenas uma pedra venceu o gigante Filisteu que aterrorizava o exército Israelita, e intimidava até o rei Saul. Isso porque Deus estava com eles, Gideão e Davi, e eles estavam a serviço de Deus e não de si.

Não colocamos as bênçãos recebidas a serviço do Reino 

Por outro lado, por causa dessa constante preocupação com o nosso próprio mundo, com nosso reino terrestre, caímos no comodismo e não colocamos essas bênçãos a serviço do Reino de Deus e negligenciamos coisas importantes que Deus nos dá. Esaú foi um que fez isso, menosprezou as bênçãos e se arrependeu amargamente:

"Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus; que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando muitos; que não haja nenhum imoral ou profano, como Esaú, que por uma única refeição vendeu os seus direitos de herança como filho mais velho. Como vocês sabem, posteriormente, quando quis herdar a bênção, foi rejeitado; e não teve como alterar a sua decisão, embora buscasse a bênção com lágrimas" (Hb 12.15-17).

Outro que agiu equivocadamente menosprezou e colocou as bênçãos a serviço do mundo, em vez de servir a Deus, foi Sansão, e por isso, sofreu amargamente, chegando a servir de palhaço nas mãos dos seus inimigos. Só se redimiu, mesmo assim com sua morte, quando se arrependeu e se voltou inteiramente para Deus. Poderíamos citar também Saul, Judas e outros mais que se desviaram dos propósitos de Deus, e por isso mesmo, não só perderam bênçãos, mas amargaram o fracasso. Que não precisemos ser grandemente atribulados para corresponder as bênçãos de Deus, devemos, isso sim, ser bênçãos em suas mãos.

Por outro lado, a Graça que recebemos de Deus é um presente para ser usado, não é para ficar guardado numa gaveta. Exemplificando, é como se ganhássemos um ano de academia grátis e não usássemos para sermos sarados. Na vida espiritual é assim também. Temos que querer, precisamos agir para mudar de vida e Deus ainda nos dá um personal trainer para nos orientar e ajudar na transformação de vida, é Ele mesmo, o Senhor Espírito Santo.

"Jesus nos chama para a ação: E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo" (Lucas 14.27 ARC)

Seria interessante não chamarmos as pessoas a somente aceitarem Jesus, mas devíamos perguntar quem quer seguir a Jesus. Que não sejamos apenas admiradores de Jesus, mas seguidores de Jesus.

Amém!

::Pr. Lúcio Barreto (pai)

Cuidado com os bens mal adquiridos


Cuidado com os bens mal adquiridos

Salomão foi um homem rico, muito rico. Conhecia como poucos os perigos que ameaçam aqueles que querem ficar ricos a qualquer custo. Sabia que a formação de quadrilha para maquinar o mal, com o propósito de ajuntar bens mal adquiridos, é um esquema sedutor. Por isso escreveu: "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, com os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos de despojos nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa" (Pv 1.10-14). O dinheiro adquirido com violência é uma maldição. A riqueza que vem como resultado do roubo e do derramamento de sangue torna-se o combustível para destruir os próprios transgressores.

Não é pecado ser rico; pecado é amar o dinheiro. Não é pecado ter dinheiro; o problema é o dinheiro nos ter. Não é pecado carregar dinheiro no bolso; o problema é carregar dinheiro no coração. Muitas pessoas, por amor ao dinheiro, mentem, roubam, sequestram e matam. Outros, por amor ao dinheiro casam-se e divorciam, corrompem e são corrompidas, torcem a lei e pervertem o direito. A motivação para a violência é o desejo de acumular bens. O brilho da riqueza têm fascinado multidões, transformando homens em feras, jovens em monstros, pessoas de bem em ladrões incorrigíveis. A ganância insaciável é o útero onde é gestado crimes hediondos. Desde o narcotráfico até o assalto aos cofres públicos são delinquências inspiradas por esse desejo insaciável de pilhar o próximo e acumular o alheio. Os bens roubados não são preciosos nem a casa pode ser verdadeiramente cheia de despojos oriundos do crime. Essa riqueza produz tormento. Essa fortuna desemboca em vergonha, opróbrio e prejuízos irremediáveis. Esse pacote tem cheiro de enxofre e o seu fim é a morte.

Salomão é enfático, quando exorta: Cuidado com as suas alianças! O segredo de uma vida feliz é apartar-se daqueles que, deliberadamente andam no caminho da perversidade. Esses agentes da ilegalidade, protagonistas do crime, feitores de males são proselitistas perigosos, que lançam sua rede sedutora para arrastar pessoas incautas para seu cartel do crime. Nesse projeto de engrossar suas fileiras, buscam alianças e fazem promessas. Querem parceiros e garantem vantagens. Chamam para a aventura e dizem que esse caminho é lucrativo. A bolsa coletiva onde se acumula o dinheiro da iniquidade, entretanto, é maldita. Os valores que entram nela vêm do roubo, da opressão, da violência e do derramamento de sangue. Esses recursos tornam-se o próprio combustível para a destruição dos malfeitores. Essa riqueza entorpece a mente, calcifica o coração, enceguece os olhos e coloca tampão nos ouvidos. Faz do homem um monstro celerado, uma fera sanguesedenta, um lobo selvagem. Ser sábio é não dialogar com esses arautos do crime. Ser prudente é sequer se aproximar daqueles que vivem na marginalidade. Ser feliz é fugir não apenas do mal, mas até mesmo da aparência do mal.

A felicidade não habita nas tendas da perversidade, mas está presente na casa daqueles que vivem em retidão e justiça. Não faça alianças com homens perversos; junte-se a pessoas que podem ajudar você a viver mais perto de Deus.

Nessa mesma linha de pensamento, o apóstolo Paulo exorta: "Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitos flagelos" (1Tm 6.9,10). A exortação é oportuna: Cuidado com os bens mal adquiridos!

::Hernandes Dias Lopes

Aborto é homicídio


Aborto é homicídio

Será que um cristão pode praticá-lo ou apoiar sua legalização? Será que a vida humana só começa no nascimento? O salmista disse: "Tu és meu Deus desde o ventre da minha mãe" (Salmo 22.10). De acordo com a lei, nós temos que respeitar até os cadáveres, caso contrário cometemos o crime de vilipêndio. Não haveríamos de respeitar muito mais um feto vivo? O aborto, além de ser pecado, é um ato de extrema crueldade contra um ser indefeso. Trata-se do pior tipo de homicídio que existe, pois é cometido pela própria mãe.

Os abortos realizados pelas sociedades chamadas "civilizadas" não são melhores do que os sacrifícios humanos dos rituais macabros ou do que o infanticídio praticado por algumas tribos selvagens. Ao que chamamos "feto", a bíblia chama de "criança" (Lc.1.44). No ventre, a criança já pode ser cheia do Espírito Santo (Lc.1.15). Notamos, portanto, quanto Deus a valoriza. No ventre, os profetas eram vocacionados para o ministério (Is.49.1; Gal.1.15).

Considero que o aborto é errado em toda e qualquer situação. Se, para salvar a mãe, decide-se matar o feto, continua sendo homicídio, mesmo que por um motivo forte. Matar em legítima defesa é compreensível, mas não deixa de ser assassinato.

Em caso de estupro, é natural que a mãe não queira o filho. Poderá, portanto, conduzi-lo à adoção. Se a mãe não suportar a gravidez e resolver interrompê-la, ainda assim é homicídio, mesmo que o motivo seja compreensível. Se não condenamos à morte o estuprador, deveríamos condenar o filho inocente? Ainda que o feto não tenha chance de sobreviver, não nos compete tirar a vida que Deus deu. Que ela dure pelo tempo que ele quiser, mesmo que sejam meses, dias ou horas.

O que acontece, na maioria das vezes, é apenas o assassinato em nome do egoísmo. A pessoa mata o filho porque não quer assumir a responsabilidade que ele representa, não quer arcar com as despesas ou deseja encobrir o pecado sexual cometido. Quem tiver essa dificuldade evite a gravidez, por meio de métodos não abortivos, ou evite o sexo.

Vivemos numa sociedade onde cortar uma árvore ou matar um morcego são crimes ambientais. O aborto de um ser humano, porém, está deixando de ser crime em vários países. Este é um exemplo claro da inversão de valores que estamos vivenciando. Todavia, a pretensa legalização do pecado não muda a situação diante de Deus, pois o Tribunal de Cristo não é regido pela legislação humana.

Hoje em dia, muita gente é semelhante ao profeta Jonas, que tinha compaixão de um pé de abóbora, mas não de um ser humano. Aos que já praticaram o aborto, mas se arrependeram, Deus está pronto a perdoar. O amor de Deus é maior do que o pecado humano. Entretanto, a bondade divina não deve ser usada como álibi para a prática do mal, pois situações desse tipo podem marcar a consciência e a memória por toda a vida.

A ideia ou desejo de abortar não deve sequer ser pronunciada, a não ser que se esteja buscando ajuda para a solução do problema, pois, mesmo que o ato não se concretize, a simples informação causará profundo e grave sentimento de rejeição no filho, caso chegue ao seu conhecimento em qualquer época da sua vida. Por uma questão de coerência, quem defende o direito dos pais matarem os filhos deveria também defender o direito dos filhos matarem os pais.

::Pr. Anísio Renato de Andrade

Um princípio vital


E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado. (Efésios 4.11-12)

A indicação dos Sete ilustra claramente um princípio vital. É verdade que Deus chama todo o seu povo para servi-lo, mas também é verdade que ele chama pessoas diferentes para ministérios diferentes. Aqueles que são chamados para o ministério da Palavra e da oração não devem permitir que nenhuma outra atividade tome o lugar de suas prioridades. Tanto o ministério dos Doze como o dos Sete é chamado de diakonia, que quer dizer "ministério" ou "serviço". O ministério dos Doze é o "ministério da Palavra" (At 6.4) ou serviço pastoral, enquanto que o dos Sete é chamado de ministério das mesas (v. 2, literalmente "servir às mesas") ou trabalho social. Ambos são ministérios cristãos. Ambos precisam de pessoas espirituais para exercê-los e ambos podem ser ministérios de tempo integral. A única diferença entre eles está na forma de atuação de cada ministério, requerendo diferentes dons e diferentes chamados. Prestamos um grande desserviço à igreja quando nos referimos ao pastorado como "o ministério". O uso do artigo definido sugere que só existe este ministério. Diakonia, no entanto, é uma palavra genérica para serviço, mas se lhe acrescentarmos um adjetivo ela se torna específica — serviço pastoral, social, político, médico, educacional e muitos outros. Precisamos recuperar esta visão ampla da diversidade de ministérios para os quais Deus chama seu povo.

Este é um princípio vital para o crescimento da igreja, e deve ser praticado pelos pastores e membros nas igrejas locais. Não que os apóstolos estivessem ocupados demais com o ministério, o problema é que eles estavam preocupados com o ministério errado. Isso também acontece com muitos pastores hoje. Em vez de se dedicarem apenas ao ministério da Palavra, eles se sobrecarregam com a administração da igreja. Às vezes o próprio pastor é culpado (ele quer controlar tudo) e algumas vezes a culpa é dos membros (eles querem alguém que faça tudo). Em ambos os casos, as consequências são desastrosas. O nível dos sermões e do ensino decai e os leigos não conseguem exercer os ministérios que Deus lhes concedeu. Como resultado direto da atitude tomada pelos apóstolos, "a palavra de Deus se espalhava" e "o número de discípulos crescia rapidamente (v. 7). É claro! A propagação da Palavra e o crescimento da igreja andam de mãos dadas.

Para saber mais: veja os seis aspectos do crescimento da igreja apontados por Lucas em Atos 6.7; 9.31; 12.24; 16.5; 19.20; 28.30-31

>> Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Seja grato


Seja grato

"Regozijai-vos sempre [em sua fé, alegrai-vos e sejam continuamente grato]. Orai sem cessar [orando perseverantemente]. Em tudo [não importa quais sejam as circunstâncias], dai graças, porque está é a vontade de Deus em Cristo Jesus [O Revelado e Mediador de sua vontade] para convosco. Não apagueis (suprimais ou subjugueis) o Espírito [Santo]" (1 Tessalonicenses 5.16-19)

Seja grato por tudo e cuidadoso para não apagar o Espírito Santo ao murmurar, ou você perderá sua alegria. Você pode ser grato, não importa quais sejam suas circunstâncias.

Renove sua mente com os ideais e a perfeição de Deus (veja Romanos 12.2). Se você passar tempo na presença de Deus, pensará de forma diferente sobre si mesmo e sobre as pessoas ao seu redor. Você terá a mente de Cristo e será cheio do seu amor.

MeditaçõEs Sobre O Livro De 1 CrôNicas


MeditaçõEs Sobre O Livro De 1 CrôNicas

Assim se espalhou o nome de Davi por todas aquelas terras; e o SENHOR pôs o seu temor sobre todas aquelas gentes (1 Crônicas 14:17). (Leia 1 Crônicas 14:1-17) A glória e a prosperidade de Davi chegaram aos ouvidos dos reinos vizinhos. Alguns, como Hirão e seu povo, buscaram o favor e a amizade do rei de Israel; outros, como os filisteus, não abaixaram as armas. Notemos que, segundo a característica especial de Crônicas, aqui não há menção da associação nada digno de Davi com Aquis (1 Samuel 27-29), exceto pela discreta referência em 1 Crônicas 12:19. O vitorioso sobre Golias então dispara um ataque contra os filisteus em dois estágios, não sem antes ter consultado ao Senhor em ambas as ocasiões. Enfatizemos novamente essa atitude de humildade. A confiança de Davi não está em sua própria capacidade de liderar o exército; ele não se apóia em sua experiência militar ao decidir as melhores táticas a serem adotadas. Quando o Inimigo "sobe a nossa busca" (v. 8), nossa primeira reação é perguntar a Deus qual é a estratégia para derrotá-lo. Não confiemos em nossa sabedoria. Antes de enfrentar o Inimigo, na verdade antes de qualquer outra decisão, peçamos orientação e ajuda ao Senhor Jesus. A maioria de nossas derrotas nas mãos de nosso grande Adversário acontece simplesmente porque esquecemos de buscar o conselho do Senhor.
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