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2015-08-07

Um novo desej


"Porque, no tocante ao homem interior [com minha nova natureza], tenho prazer na lei de Deus" (Romanos 7.22)

Quando nascemos de novo, recebemos um novo "querer". A lei diz que "temos de fazer, devemos fazer e precisamos fazer", mas queremos fazer o que é certo porque Deus colocou um novo coração em nós para substituir o coração de pedra que costumava ser indiferente a Deus e à Sua vontade (veja Ezequiel 36.26).

Aprenda a reconhecer a diferença entre os desejos da sua carne e os desejos colocados em você pelo Espírito Santo. Salmos 1.2 – AMP diz: "Bem aventurado (Feliz, afortunado, próspero e invejado) é o homem que não caminha e vive no conselho dos ímpios… mas seu prazer está na lei do Senhor, e em sua lei (preceitos, instruções, ensinos) habitualmente medita (pondera e estuda de dia e de noite".

2015-08-05

Seguindo o Espírito de Deus


Seguindo o Espírito de Deus

 E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito [Santo] [qual é o seu intento], porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos [diante de Deus]. (Romanos 8:27)

Muitas pessoas seguem seus próprios desejos ou os conselhos de outras pessoas, em vez de seguir o Espírito de Deus. O Espírito Santo foi dado a cada um de nós para nos guiar à plenitude do nosso propósito e àquilo que Jesus morreu para nos dar.

Sua fé em Jesus lhe dá a promessa do céu, mas Deus quer operar todas as coisas para o seu bem também aqui nesta vida (veja Romanos 8.28). Não se satisfaça em receber metade daquilo que Jesus morreu para lhe dar. Siga a direção do Espírito para que você obtenha tudo o que Deus tem para você. Busque a Deus por uma orientação clara para permanecer exatamente no centro da perfeita vontade dEle para cada dia.

2015-08-04

Confiança e esperança


Confiança e esperança

"… Acheguemo-nos, portanto, confiadamente…".

É preciso ousadia para se achegar ao trono da graça, ao Deus de toda graça. E ousadia tem mais a ver com confiança que com coragem. Muitos concebem a pessoa de Deus como se Ele fosse um velho de barbas compridas, iracundo, sentado num trono, munido de raios nas mãos para destruir. Isso não tem nada a ver com Deus. Deus é todo amor. E esse amor foi manifesto na pessoa de Seu Filho, Jesus, que foi entregue para morrer por todos (Leia João 3.16).

Deus nos amou. Isso é graça, e não merecimento. E essa graça se manifestou na pessoa do Seu Filho, Jesus, que se entregou por toda a humanidade na cruz. Só mesmo a graça para justificar tal ato. Porque por nós mesmos, nada temos que justifique uma entrega assim até a morte pela pessoa de Jesus. Foi o profeta Isaías quem disse: "Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera. Saís ao encontro daquele que com alegria pratica justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; por muito tempo temos pecado e havemos de ser salvos? Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam"(Is 64.4-6).

A referência aos trapos de imundície diz respeito aos panos que eram usados pelas mulheres, na época, que se encontravam em seu ciclo mensal, e também aos trapos que os leprosos usavam para cobrir suas feridas. Desses trapos emanavam um cheiro horrível.

O profeta está dizendo que nossa justiça é semelhante a esses trapos, de tão sem valor que ela é. A justiça aqui não é aquela no sentido de sermos honestos, verdadeiros, sinceros uns com os outros, mas a justiça própria que faz com que nos vangloriemos de nós mesmos e de nossos atos. É no contexto dessa justiça que as Escrituras mencionam que ela nada é à luz de uma salvação e libertação da condenação.

A graça não tem nada a ver com o que fazemos, mas com o que Deus fez em nós e por nós na pessoa de Seu Filho, Jesus. Nunca receberemos da parte do Senhor algo por mérito, por merecimento. E só mesmo quem tem confiança nessa graça, nessa justiça divina, para se aproximar do trono da graça. Como disse, não é coragem. É confiança.

Se graça nada tem a ver com mérito, mas com entrega e fé em relação à obra de Cristo Jesus na cruz, o que explicaria atos como subir escadarias de joelhos, caminhar por longas horas sob os pés descalços, carregar fardos e coisas afins?! Só uma coisa justificaria isso: a religiosidade. Não estou aqui julgando ninguém. Sei que a motivação e o coração podem ser os melhores, mas é preciso ir mais longe, pois nossa relação com Deus é mais que de sacrifícios. É de amor, de entrega, de renúncia. A religiosidade fala de atos, de aparência, de exterioridade. A fé em Cristo fala de um relacionamento. Quando jejuamos, não é um sacrifício, mas uma disciplina espiritual. O único e maior sacrifício foi o que foi feito na cruz, quando Deus enviou seu Filho, Jesus, na cruz, para morrer por nossos pecados. Sacrifício único e eterno.

Foi graças a esse sacrifício que hoje temos acesso a esse trono da graça de Deus. E o "passaporte" que permite esse acesso é o sangue de Jesus. É nesse contexto que o escritor aos hebreus escreveu: "Acheguemo-nos, portanto confiantemente junto ao trono da graça a fim de encontrarmos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna".

Quando estamos longe da graça, e acima de tudo, do Deus de toda a graça, deixamos de ser agraciados. Que nunca nos afastemos da graça do Pai!

Deus abençoe!

O mais alto padrão

Se vocês as tiverem e fizerem que elas aumentem, serão cada vez mais ativos.(2Pe 1.8b)

Para terem um bom resultado e fazerem diferença, as qualidades apontadas progressivamente na torre de Pedro devem ser localizadas, buscadas, adquiridas, imploradas e vivenciadas. Isso ainda é pouco. Tais qualidades devem ser também alimentadas, trabalhadas, ampliadas, enriquecidas e cultivadas.

Se isso tudo acontecer, a fé, a bondade, o conhecimento, o domínio próprio, a perseverança, a devoção, a amizade cristã e o amor vão vencer os obstáculos colocados pelos inimigos internos (a carne), inimigos externos (a cultura moderna) e inimigos extraterrestres (as chamadas potestades do ar).

O padrão de comportamento é, como deveria ser, muito alto. Mas não é mais alto do que o mais alto padrão jamais dado ao ser humano. Desde os tempos de Moisés, Deus tem dito ao pecador: "Sejam santos, pois eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo" (Lv 19.2). Na nova aliança, esse padrão não foi suspenso. O próprio Pedro, na carta anterior, cita o antigo mandamento e escreve: "Sejam santos em tudo o que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo" (1Pe 1.15).

A maravilhosa graça não dispensa a obrigação da santidade. Antes, relaciona o "sejam santos" com a força da gratidão.

Entre os piedosos, a força da gratidão pesa mais que a força da lei!

>> Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Desfrute sua vida


Desfrute sua vida

Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como [se fosse algo] para o Senhor e não para homens, cientes [com toda a certeza] de que recebereis do Senhor [e não dos homens] a [real] recompensa da herança. (Colossenses 3.23)

Jesus morreu para que você possa desfrutar vida abundante, não apenas nos dias que estiver de folga ou de férias, indo ao shopping ou jogando com os amigos, mas todo os dias de sua vida.

Ele quer que você desfrute o momento de ir ao supermercado, ou enquanto estiver levando os filhos à escola, ou ao pagar suas contas. Ele quer que você desfrute a vida ao limpar sua casa ou ao cortar a grama do jardim.

Você pode desfrutar a vida quando se determinar a fazê-lo. Diga: "Vou desfrutar cada fato em minha vida, porque Jesus morreu para que eu pudesse ter alegria indizível e cheia de glória".

2015-08-03

Graça eterna para culpas modernas


Graça eterna para culpas modernas

Naquele domingo, a classe de Escola Dominical foi tumultuada. Um rapaz dizia que, se tivesse que acreditar que existe um Deus, este seria prepotente e injusto. Para começar, dizia o rapaz, ele não me consultou se eu queria nascer ou não. E pior, ao me obrigar a nascer, ainda me coloca num paizinho subdesenvolvido, cheio de gente mais ou menos e, para piorar, escolhe para mim uma família pobre e cheia de problemas. Só pode ser brincadeira, concluía ele.

Era para ser uma aula sobre "graça e graças" em Romanos: a iniciativa divina e a reação humana esperada. Mas a aula não fluiu porque as atenções foram todas sequestradas pelo rapaz. Era quase um clamor. "Que graça?", dizia ele. Deus está em dívida comigo; deve-me muitas explicações! E logo se recuperava do deslize: isto é, se ele existisse. E arrematava: prefiro acreditar que sou um lixo cósmico, e que o destino não me favoreceu.

Eu fiquei triste com aquele discurso, sentindo-me meio culpado da minha felicidade, da minha gratidão, da minha "sorte" de não ser um joão-ninguém. Senti culpa de me alegrar com uma bela manhã de sol, com o canto dos pássaros, e até da decisão de ter meus próprios filhos. Depois daquela conversa, o pensamento era inevitável: e se, de repente, um filho meu me dissesse que não pediu para nascer, e que eu tinha a obrigação de tornar sua vida o mais fácil possível, para compensar a ousadia da decisão egoísta?

Imagino que não haja como evitar o incômodo sentimento, na hora de deixar um bebê de seis, oito meses em uma creche, porque os pais precisam trabalhar. Dá para ouvi-lo dizer: se era para me entregar para desconhecidos, por que me puseram no mundo? Para ter um brinquedinho no fim-de-semana?

Carro novo? É importado? Está bem de vida, hein, irmão? Está dando o dízimo fielmente?

Nossa, você mora neste prédio?! Só o condomínio deve ser uma fortuna!

Ai, se eu tivesse o estudo que você tem, minha vida seria muito diferente.

Ei! Tem uma vaguinha pra mim lá na sua empresa? Pode ser até para servir cafezinho. Ouvi dizer que o salário…

Tenho pensado que a culpa é uma linguagem. Nossa alma tem maior ou menor fluência nela, como acusada ou como acusadora. Mas ela acaba sendo usada como lentes de óculos, através das quais olhamos para o mundo.

Penso que há culpas reais; aquelas provenientes de erros, malfeitos, omissões e pecados, sejam dolosos (intencionais) ou apenas culposos (sem intenção de causar o mal). São culpas objetivas e identificáveis. Mas percebo, em tantas situações, sentimentos de culpa sem causa identificável. Entre essas, as acusações do Inimigo, muitas vezes por meio das críticas de amigos. É que aprendemos a linguagem da culpa e, junto com ela, os sentimentos correspondentes. E nessa confusão, o diabo é capaz de transformar nossa vida em um inferno.

Para a culpa objetiva, o caminho cristão é conhecido: uma vez revelado o pecado, mediante a ação do Espírito Santo, segue-se a contrição, o arrependimento, a confissão e o perdão. Sabendo que ele é fiel e justo para isto. Se confessarmos os nossos pecados… diz João. E o perdão, graça divina, tem o poder de nos libertar da culpa e de seus correspondentes sentimentos. O último passo é crer que fomos perdoados, e que nosso escrito de dívida foi cravado na cruz.

Para o sentimento difuso, sem objetividade, o caminho da graça a nós oferecido por Deus, no sangue de seu Filho, é a ação reconciliadora da igreja, que irá ecoar a palavra de Jesus: onde estão os teus acusadores? Essa ação também nos ajudará a perceber aqueles pecados que nos são ocultos, para que, em seguida, os depositemos aos pés da cruz. Irmãos piedosos também nos apoiarão na aceitação da graça de Deus, que é poderosa para nos libertar de culpas difusas ou imaginárias.

Tenho para mim que há um mistério em tudo isso. O mistério da gratidão. Sem a semente da gratidão em nossos corações, não percebemos e não recebemos a maior das graças de Deus: seu filho. Sem esse dom misterioso, que permite e proporciona a experiência da contrição, permaneceremos credores de Deus; achando que ele nos deve. Isto na hipótese de crermos, de fato, nele. Porque não é incomum que, olhando para seus feitos, não o glorifiquemos como Deus, nem lhe demos graças; inculcando-nos por sábios, tornamo-nos loucos (Rm 1.21).

:: Rubem Amorese

2015-08-01

Renove sua alegria


Renove sua alegria

"Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário" (1 Crônicas 16.27)

Traumas emocionais tiram a energia das pessoas. Mas a Palavra diz: "Não se aflija ou deprima, pois a alegria do Senhor é sua força e fortaleza" (Neemias 8.10 – AMP). O diabo quer roubar sua alegria porque ele sabe que a alegria é sua força. Ele quer que você esteja fraco para que não resista aos ataques dele contra sua vida. Eis por que algumas vezes precisamos uns dos outros.

Alguns dias, Deus enviará mensageiros para edificar sua fé e renovar sua alegria. Em outros dias, Ele o enviará a alguém que está se sentindo fraco porque Satanás está atacando-o. Encoraje alguém hoje. Pode haver pessoas precisando de um amigo para estar ao lado delas, para encorajá-las, animá-las e orar por elas.