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2015-07-08

Boas maneiras no anúncio do evangelho

Façam isso com educação e respeito. Tenham sempre a consciência limpa. (1Pe 3.16)

O que é evangelismo pessoal? É aquilo que Jesus fez com Nicodemos (Jo 3.1-21), com a mulher samaritana (Jo 4.1-26) e com Zaqueu (Lc 19.1-10); que Filipe (o de Betsaida) fez com Natanael (Jo 1.44-46); que Filipe (um dos sete diáconos) fez com o alto funcionário da Etiópia (At 8.26-40); que Paulo fez com Lídia (16.13-15), com o carcereiro de Filipos (16.29-34), com o governador Félix e sua esposa Drusila (24.24-27), com o rei Agripa e sua irmã Berenice (26.1-32). Evangelismo pessoal é a evangelização informal de uma pessoa ou de um pequeno grupo de pessoas em qualquer momento e em qualquer lugar, em estilo de conversa ou diálogo, com o propósito de apresentar a salvação de Jesus.

O mesmo respeito que Pedro pede que tenhamos por Deus (1.17), pelos irmãos na fé (2.17), pelo imperador (2.17), pelos patrões (2.18), pela esposa (3.7) e por Jesus (3.15), os evangelistas devem ter pela pessoa que está sendo evangelizada. A ordem é: expliquem a razão da esperança que vocês têm com educação e respeito (3.15-16). O objetivo do evangelismo pessoal não é derrotar e humilhar o descrente, mas atraí-lo amorosamente para Jesus.

É de grande importância caprichar não só no conteúdo e na clareza das palavras, mas também na maneira educada em que elas devem ser ditas. É preciso levar a pessoa a Cristo, segundo várias versões de 1 Pedro 3.15, com amabilidade, com doçura, com suavidade, com modéstia, com reverência, com mansidão, com tranquilidade e com o temor do Senhor.

Na maior parte das vezes, o evangelismo acontece de modo natural (como no encontro casual de Jesus com a samaritana). Mas nada impede que o evangelista se coloque nas mãos de Deus e tome a iniciativa de procurar alguém para evangelizar.

Se for necessário falar sobre o juízo final, precisamos fazer isso com educação!

>> Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Identifique que você é


Identifique que você é

Afasta-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz (harmonia e a calma diante do medo, paixões inquietantes e conflitos morais) e emprenhe-se por alcançá-la [não apenas desejando relacionamentos pacíficos com Deus, com seus próximos e consigo mesmo, mas buscando praticar isso!) (1 Pedro 3.11)

Paulo disse: "Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (veja Romanos 7.15-25). Ele era uma nova pessoa interiormente por que era nascido de novo, mas ainda tinha de resistir à tentação de pecar.

Paulo explicou que "o [princípio do] pecado" (v.26) continua a habitar em nós. Queremos fazer o que é certo, mas não temos o poder de realizá-lo, porque o mal está sempre presente para nos tentar a fazer o que é errado. Somente Deus pode nos libertar dessa tendência a pecar, e eis que devemos Lhe pedir que nos livre do mal todo dia.

2015-07-07

“O pão nosso de cada dia…”


"O pão nosso de cada dia…"

Durante muito tempo achei esta súplica meio fora de lugar na oração do Senhor. Minha maior dificuldade vinha de uma sensação hipócrita de saber que este pão encontra-se estocado na despensa de minha casa. Para as famílias que não sabem o que terão para o almoço, esta súplica parece fazer sentido, mas para mim e tantos outros que entram nos supermercados e abastecem suas despensas para os próximos quinze ou trinta dias, não faz muito sentido pedir pelo "pão nosso de cada dia". Sabemos que ele já está garantido na mesa hoje, amanhã ou na semana que vem. Por que então orar pelo "pão de cada dia"?

Eu poderia minimizar minha dificuldade dizendo que, mesmo este pão já garantido, é dádiva de Deus. Sei que é. O que não fazia sentido para mim era o porquê desta súplica (não a gratidão por tudo que Deus tem me dado). Pensemos, por um instante, num paciente de classe média aguardando uma cirurgia num hospital. Provavelmente sua preocupação será mais com a competência da equipe médica, com os recursos tecnológicos disponíveis, e menos com a oração; a oração entra como um ator coadjuvante, caso, alguma coisa saia do controle, mas não como a preocupação central. Somos tentados a crer que Deus está presente apenas nas sombras de nossa consciência. Que ele é capaz de atender às necessidades emocionais confusas, aos problemas para os quais a ciência não tem respostas, mas totalmente irrelevante para o "pão de cada dia".

O "Pai Nosso" é nossa primeira escola de oração. Nesta súplica Jesus nos ensina que a oração não é uma ferramenta técnica, usada para excitar nossa curiosidade. Pelo contrário, ela nos envolve num exercício de fé e compreensão da realidade que está além da ciência. Ela não é um meio de manipular a criação, mas uma forma de compreender e penetrar na realidade dela. Ao suplicar "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje" colocamos Deus no centro de nossas necessidades cotidianas. Se Deus é percebido apenas nas fronteiras de nossas vidas, nas grandes crises ou nos grandes eventos, esta súplica não tem significado algum. Mas, como Deus nos é revelado como nosso "Pai que está nos céus", a súplica pelo "pão de cada dia" revela a presença de Deus no que há de mais simples e comum no nosso dia a dia.

O reino de Deus envolve a vida inteira. Nada é trivial diante de Deus. Nossas necessidades profissionais, afetivas, físicas, emocionais, tudo importa a Deus. Ele é o Deus do cotidiano, das pequenas coisas, do pão sobre a mesa e do sol que se põe ao entardecer. Deus se interessa pelo fio de cabelo que cai e pela mão que o toca no meio de uma multidão. A oração do "Pai Nosso" nos torna conscientes de que a experiência da oração não envolve apenas as situações de emergência ou as ansiedades do futuro, mas é pão para hoje, para as necessidades e situações do presente. É uma oração que nos ensina a não nos preocupar com o dia de amanhã. A fé cristã, para muitos, se mostra mais relevante nas lembranças do passado ou nas preocupações com o futuro, mas não tem nenhuma relevância para o presente. É no "pão de cada dia" que a graça de Deus se mostra real. O maná do deserto servia somente para o presente, nunca para o futuro. A ansiedade do futuro apodrece a graça do presente.

Outro aspecto desta súplica é que ela nos ensina a orar pelo "pão nosso", não "meu". É uma oração que precisa ser feita com os olhos bem abertos porque, ao fazê-la, nos tornamos mordomos responsáveis dos bens de Deus. Ela integra o básico, o "pão de cada dia", em meio a tantas "necessidades" criadas pelo espírito consumista. Ela pede por justiça, que é fruto da conversão do "meu" para o "nosso", e rompe com o egoísmo, nos transformando em seres solidários. Com ela aprendemos a valorizar o essencial (oramos pelo pão, não pelo caviar), porque a vida está na relação comunitária, na fidelidade e responsabilidade para com Deus, dono da prata e do ouro, da comida e da bebida, que nos confiou os seus bens para cuidar dos seus filhos. É a fé tomando forma nas situações mais reais da vida.

::Ricardo Barbosa de Sousa

Morra para o pecado


Morra para o pecado

Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos se (mudai seu ponto de vista e vos proponhais a aceitar a vontade de Deus em seu interior, em vez de rejeitá-la), e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo (Atos 38)

Morrer para o pecado requer um compromisso diário. Todos nós temos fraquezas, mas eis por que precisamos de Jesus. Ele teria morrido em vão se não precisássemos dele. Todo dia devemos pedir-Lhe para nos ajudar com nossos problemas e nossas falhas.

Ele nos salvará dos nossos pecados, do nosso mau humor, do nosso egoísmo, da nossa inveja e da nossa ganância. Quando nos tornamos cristãos, nosso desejo carnal para pecar não morre dentro e nós, mas Jesus nos salvará de nossos pecados se lhe pedirmos para nos fortalecer para que possamos morrer para os desejos egoístas e segui-lo.

Ratos no porão


Começamos então a perceber a nossa própria pecaminosidade, além dos atos pecaminosos em particular.

Começamos a ficar alarmados não apenas com o que fazemos, mas com o que somos. Como isso pode parecer muito difícil de entender, vou tentar esclarecer o meu próprio caso.

Quando faço as minhas orações à noite e tento lembrar dos pecados do dia, em noventa por cento das vezes, o mais evidente de todos os pecados acaba sendo o da falta de misericórdia: fui mal-humorado ou rabugento, ou sarcástico ou implicante. E a desculpa que imediatamente aparece é que a provocação foi tão repentina e inesperada que não tive tempo de me dominar. Ora, essa pode ter sido uma circunstância extrema, relacionada com aqueles atos em particular: eles obviamente seriam piores, se tivessem sido deliberados e premeditados.

Por outro lado, a reação de uma pessoa quando é pega de surpresa não é a melhor evidência do tipo de pessoa que ela é? Será verdade o que aparece diante dos olhos antes de se colocar um disfarce? Se há ratos no porão, é mais provável você os apanhar se entrar de repente. Porém, o repente não cria os ratos; apenas impede que se escondam.

Da mesma forma, o fato de a provocação ter sido repentina não me torna uma pessoa mal-humorada; ela apenas mostra meu próprio mau humor. Os ratos sempre estarão no porão, mas se você entrar gritando e fazendo barulho, eles acabarão se escondendo antes de você acender as luzes.

>> Retirado de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.

2015-07-05

Santidade: o padrão de Deus para nós


Santidade: o padrão de Deus para nós

Uma atitude humanista e egoísta nos leva a colocar nossa vontade acima de tudo, inclusive, quando oramos. Embora muitas petições sejam aceitáveis, Jesus nos ensinou a orar assim: "Pai nosso que estás no céu… seja feita a tua vontade" (Mt 6.9-10). Imediatamente, pode surgir uma dúvida: Qual é a vontade de Deus? O que ele quer? Poderíamos propor tantas hipóteses, mas vejamos o que Paulo escreveu: "Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição" (1Ts 4.3).

A santificação é um conceito amplo, do qual a abstinência é um exemplo prático. Será que o propósito do evangelho é apenas nos abençoar? Seu efeito seria apenas o suprimento das nossas necessidades? Além das bênçãos, a obra de Cristo inclui a santificação, isto é, um processo rumo à santidade, de modo que sejamos cada vez mais parecidos com Jesus. Ser "abençoado" está, geralmente, ligado à ideia de receber. Ser "santificado" relaciona-se mais à renúncia e aparente perda em prol de um ganho maior.

A tradição religiosa distorceu o conceito da palavra "santo", usando-a para designar alguns cristãos "mortos, porém, poderosos", mas a Bíblia refere-se a todos os salvos como santos (At 9.13; Rm 1,7; Ef 1.1 etc.). A santificação é um processo que começa na conversão. Deus nos resgata como faz o pai que retira o filho da lama, sendo este o primeiro ato de uma série. Em seguida, vem o banho e a troca de roupas. Assim também, depois de sermos retirados do reino das trevas, precisamos de uma transformação, que é parte do que chamamos "crescimento espiritual". Depois da "metanoia" (mudança de mente), vem a "metamorfose" (transformação prática).

Não somos apenas transportados para a luz, mas precisamos brilhar como luzeiros no mundo (Fp 2.15), através de um caráter e modo de vida que sejam motivos de glória para o nome do Senhor. O significado do termo "santificação" tem dois aspectos: "separação" e "dedicação"; é separar-se "de" alguma coisa e "para" alguém ou algum propósito. Uma boa figura bíblica para o tema encontra-se na história de Israel.

O propósito de Deus para o seu povo não era apenas libertá-lo do Egito, mas transformá-lo em nação santa (Ex 19.6). Portanto, deu-lhes a lei para santificá-los. Alguns mandamentos visavam evitar o pecado (separação). Outros, indicavam o que os israelitas deviam fazer (dedicação). São os aspectos "negativos" e "positivos" da santificação, que podem ser resumidos nas palavras do profeta: "Deixai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem" (Is 1.16-17).

O cristão não deve ser conhecido apenas por aquilo que parou de fazer, mas pelo que faz para Deus e em favor do próximo. A santificação começa na conversão, mas precisa ser desenvolvida. "Aquele que é santo, santifique-se ainda" (Ap 22.11). Existem níveis de santificação. Por exemplo, a lei dada a Israel tinha o objetivo de santificar o povo. Entretanto, os sacerdotes deveriam seguir mandamentos ainda mais rigorosos para que pudessem estar "mais próximos" de Deus (Lv 21).

Outro tipo de santificação era a dos nazireus, que se consagravam de modo especial, abstendo-se até de algumas coisas que eram permitidas ao povo e aos sacerdotes (Nm 6.1-21). Quanto mais nos santificarmos, separando-nos das contaminações do pecado e nos dedicando ao Senhor, mais próximos estaremos dEle, não em sentido geográfico, pois Deus está em todos os lugares, mas em termos de intimidade. Quanto mais sujos, mais distantes.

O sumo sacerdote deveria seguir regras rigorosas de pureza para entrar no Santo dos Santos, o local de maior intimidade com Deus no tabernáculo e no templo. Havia um caminho e um procedimento que conduziam ao Santo dos Santos. O sumo sacerdote precisava entrar pela porta do pátio, fazer o sacrifício para perdão dos seus pecados, lavar as mãos e, com o sangue no recipiente, adentrar nos recintos mais sagrados da casa do Senhor. Mas tudo isso não seria suficiente, se o ministro não demonstrasse um modo de vida coerente com a dignidade do seu ministério.

Um comportamento contraditório poderia desqualificá-lo. O sacerdote começava seu ministério com uma consagração, significando a dedicação de sua vida para o ofício, mas isso era apenas o começo. No dia a dia, ele devia ter uma série de cuidados para não se contaminar. Caso isso acontecesse, havia os rituais de purificação. Contudo, alguns pecados eram punidos com a morte. Portanto, não poderiam acontecer jamais.

Os nazireus, rigorosamente santificados, como Samuel, Sansão e João Batista, tiveram gloriosas experiências com Deus, recebendo poder, revelações e missões especiais. Sansão, porém, depois de maravilhosas vitórias, conduziu sua vida no sentido contrário à santificação, tornando-se exemplo de fracasso pessoal, familiar e ministerial.

A santificação é, ao mesmo tempo, afastamento do pecado e aproximação de Deus. É evitar o pecado e tomar atitudes de consagração ao Senhor. A santificação iniciada pelo Senhor Jesus em nós é um processo contrário à contaminação iniciada por Adão. Como ocorre a santificação? Ela começa pela ação do sangue de Jesus em nós, perdoando os nossos pecados, e prossegue pela ação da palavra de Deus, cujo símbolo é a água, vivificada pelo Espírito Santo, mudando nossa mentalidade e nosso comportamento.

"E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22). "E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue…" (1Jo 5.8). "Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra" (Ef 5.26). "Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado" (João 15.3). "Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo…" (1Pe 1.2).

Os filhos são orientados no sentido de lavarem as mãos antes de receberem o alimento. Assim também, muitas coisas só nos serão dadas pelo Pai celestial na medida em que nos santificarmos. Não nos referimos a coisas materiais, pois estas até os ímpios têm, mas bênçãos espirituais, que o dinheiro não pode comprar. Não é questão de merecimento, mas de estar em condições para receber. "Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós" (Js 3.5). A santificação deve ser nossa prioridade, pois ela é também uma condição para que entremos no santuário celestial. "Não toqueis nada imundo, e eu vos receberei" (2Co 6.17). "Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14).

:: Pr. Anísio Renato de Andrade

Nem medo nem preocupação

Não tenham medo de ninguém, nem fiquem preocupados. (1Pe 3.14b)

Fazer o que é certo cria uma situação incômoda para aqueles que não o fazem. Estes ficam com raiva daqueles que procedem corretamente e os ameaçam. Diante dessa situação e dessas pessoas, Pedro exorta para que não se tenha medo dessas ameaças nem se dê espaço à preocupação. A tranquilidade deve ser mantida mesmo diante da agitação alheia. Outras versões preferem dizer "não se alarmem", "não se turbe o seu coração", "não se intimidem" ou "não percam o sono".

Das duas recomendações do apóstolo (não ter medo, não ficar preocupado), qual seria a mais difícil? É provável que a maior parte dos crentes ache mais fácil vencer o medo do que a preocupação. A preocupação é uma doença. Ela desgasta, envelhece, rouba a segurança emocional e o bem-estar mental.

A Bíblia está cheia de exortações contrárias ao medo. Aos israelitas, Deus disse: "Não se assustem, não se apavorem, não fiquem com medo" (Dt 20.3). Antes de morrer, Moisés disse a Josué: "Não se assuste, não tenha medo" (Dt 31.8). A maior concentração de passagens com "não tenham medo" está no livro de Isaías. Numa delas, Deus diz: "Não fiquem com medo, pois estou com vocês; não se apavorem, pois eu sou o seu Deus" (Is 41.10). No mesmo capítulo, lê-se: "Você é pequeno e fraquinho, mas não tenha medo" (Is 41.14). Um pouco antes, Deus havia recomendado: "Não tenham medo daquilo que o povo tem medo" (Is 8.12).

Mas a Bíblia condena também a preocupação. Até o Faraó do Egito mandou dizer aos irmãos de José: "Não se preocupem por terem deixado para trás as coisas que têm, pois o melhor que há na terra do Egito será deles" (Gn 45.20). Jesus foi o maior pregador do "não se preocupem". No Sermão do Monte, o Senhor ensina os discípulos a não se preocuparem com o que comer, o que beber e o que vestir, porque "o Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso" (Mt 6.32).

Quem tem ouvidos, ouça o que Jesus disse à irmã de Lázaro: "Marta, Marta, você está preocupada com muitas coisas!"

>> Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.