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2015-07-05

Isso deve ser Deus


Isso deve ser Deus

Porque fazes resplandecer a minha lâmpada; o Senhor, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas (Salmos 18.28)

A Bíblia diz que Deus opera por intermédio das nossas fraquezas para que a grandeza e a excelente magnitude do poder em nossa vida se mostrem vindas de Deus, e não de nós mesmos (veja 2 Coríntios 4.7). Deus usa pessoas comuns como nós, com falhas e rachaduras em nossos vasos (nosso vaso terreno), para que as pessoas saibam que só pode ser algo vindo de Deus se realizarmos boas obras.

Se as pessoas nos conheciam antes de crermos em Jesus, elas notarão especialmente a diferença que uns poucos anos caminhando com o Senhor tem feito em nossa vida. Tornamo-nos pessoas totalmente diferentes quando permitimos que seu amor brilhe por intermédio da nossa fraqueza. Podemos parecer os mesmos, mas não agimos da mesma forma. Simplesmente exalamos o amor quando estamos cheios da grandeza de Deus. Deixe sua gloriosa luz brilhar por intermédio de você neste dia.

2015-07-04

O pequeno Apocalipse

Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam. (Marcos 13.30)

Certo dia, assentados no monte das Oliveiras, Jesus e seus discípulos desfrutavam da visão panorâmica do vale do Cedrom até o templo de Herodes. Fazia cinquenta anos desde o início de sua construção e ele ainda não estava pronto. Porém, era uma visão espetacular. Os discípulos comentavam: "Que pedras enormes! Que construções magníficas!" (v. 1). Para o espanto deles, Jesus respondeu que nem uma pedra sequer sobreviveria ao tempo da destruição do templo. Esse foi o princípio do chamado pequeno apocalipse registrado em Marcos 13, Mateus 24 e Lucas 21, em que Jesus esquadrinhou o futuro. Nossa dificuldade em interpretar esse discurso é que Jesus estava olhando tanto para o futuro imediato (a queda de Jerusalém e a destruição do templo no ano 70 depois de Cristo) como para o futuro final (a parúsia e o fim da história). Os dois eventos estavam, até certo ponto, entrelaçados no ensino de Jesus, de modo que nem sempre é claro a qual dos dois ele estava se referindo.

Sinais imediatos incluiriam o surgimento de falsos messias, guerras e rumores de guerras, terremotos e fome. Mas Jesus afirmou que essas coisas seriam "o início das dores" (v. 8); ainda não seria o fim. Outros sinais do fim incluiriam a perseguição e o martírio, a pregação do evangelho em escala mundial, divisões familiares e grandes convulsões do sol, da lua e das estrelas, uma imagem apocalíptica familiar de convulsões sociais e políticas. E então todos veriam "o Filho do homem vindo nas nuvens com grande poder e glória" (v. 26). Na verdade, aquela geração não passaria até que "todas essas coisas" (os sinais anunciados) acontecessem. Em contraste com "todas essas coisas", porém, ninguém sabe aquele dia ou aquela hora, nem mesmo o próprio Filho.

A ênfase principal do pequeno apocalipse não está em nenhum programa de sinais e eventos, mas na repetida convocação de Jesus (sete vezes em Marcos 13) para estarmos alertas e prontos para a sua vinda, pois ninguém sabe quando ela acontecerá. Jesus conclui: "O que lhes digo, digo a todos: Vigiem!" (v. 37).

Para saber mais: Marcos 13

>> Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Um tesouro precioso


Um tesouro precioso

Mas um só é o mesmo Espírito [Santo] realiza todas estas coisas [dons, realizações, habilidades], distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente (1 Coríntios 12.11)

Em 2 Coríntios 4.7 (AMP), Paulo diz: "Possuímos este precioso tesouro [a divina luz do Evangelho] em vasos [frágeis, humanos] de barro, para que a grandeza e a excelente magnitude do poder mostre-se vinda de Deus e não de nós mesmos". Deus usa pessoas frágeis (vasos quebrados!) para proclamar o poder do seu evangelho.

Ele poderia enviar anjos para pregar o evangelho, mas usa pessoas normais, comuns, para demonstrar seu poder. E nos enche com dons divinos, inspirados pelo Espírito Santo, e os distribui entre o seu corpo de crentes. Vamos nos ligar ao povo de Deus hoje para um proveito maior, enquanto trabalhamos juntos para realizar seu propósito.

O que temos em comum?


O que temos em comum?

O que uma viúva, um cego, um paralítico e uma prostituta têm em comum? Jesus, você dirá. Não. Não é isso. O que os une, em suas muitas diferenças, na complexidade de cada um deles, nos variados contextos existenciais em que estão inseridos é a dor, o sofrimento, a angústia. Deles e daqueles que com eles convivem.

A dor, e o consequente sofrimento, são linguagens universais. Pessoas que as carregam se identificam com um olhar, sem necessidade de palavras. São realidades que dispensam explicações, e diante das quais nossa pergunta desajeitada "Como você está?" na maioria das vezes cai no vazio de um olhar que nos atravessa.

Na história da humanidade a dor e a morte impressionam mais do que a vida. Talvez, em uma contraditória complexidade, é necessário sofrer para que a vida seja reconhecida, compreendida e levada a sério. "A dor nos torna mais humanos" é a frase que ouvimos e aprendemos desde cedo. E aqui está o elo com as Escrituras.

Jesus foi irresistivelmente atraído pela dor humana. De certa forma, talvez possamos dizer que em cada sofredor que avistava, e para os quais sempre trazia uma ação abençoadora, ele identificava a si mesmo, em uma forma de projeção do sofrimento que viria a encarar na cruz. Para Jesus, o ser humano dilacerado pela dor apontava para o Messias sofredor do futuro. E para os doentes e oprimidos, Jesus apontava para a realidade da salvação disponível a todos no presente.

Por falar em salvação, é bom que se entenda que "salvação" (soteria) nos evangelhos possui o mesmo sentido que no Antigo Testamento, ou seja, "salvar de um perigo". É nesse sentido que Jesus diz à mulher com hemorragia, que sentira ser curada por ele com um mero toque: "Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal" (Mc 5.34). Salvação significava ficar livre da doença que a oprimia por doze anos.

Ser salvo por Jesus é ser livre de perigos que nos cercam e nos aprisionam. Sejam eles o diabo, a morte eterna, doenças físicas, depressões. Não existe salvação abstrata assim como não existe sofredor abstrato.

A história de Jesus entre nós constrói um percurso de sensibilidade ao que sofre. Ele não discutiu conceitos sobre o sofrimento nem sua origem. Ele estava – isso, sim! – atento a uma mulher que, depois de perder o esposo, também perdeu seu único filho. "Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela [...] e o restituiu à sua mãe" (Lc 7.13,15). Talvez ninguém tivesse percebido aquela mulher e sua dor. Jesus não. Ele compartilhou a dor dela. E ressuscitou seu filho, devolvendo-o a ela.

Jesus foi solícito ao pedido de um pai em desespero diante da doença da filha. Não importava que ele fosse um dos chefes da sinagoga. Para Jesus, discussões religiosas não tinham a menor importância diante da necessidade de atender a um sofredor. Ele acompanhou Jairo e, mesmo diante da notícia de que a garotinha havia morrido, ele desafiou o pai: "Não temas, crê somente" (Mc 5.36). Jesus é tão sensível às necessidades humanas que, depois de efetuar um portento com a ressurreição da menina, desce às questões mais cotidianas da vida humana, orientando aos presentes – certamente em choque diante daquele feito – que dessem comida à querida filhinha de Jairo.

Uma viúva e um pai. Ambos sob a opressão da morte que os atinge e tira o sentido da vida. Ambos, ao experimentar o mistério do sofrimento, nos representam, e, principalmente, a todos os sofredores de todos os tempos. Ambos, ao serem alvo da misericórdia e do amor de Jesus Cristo, experimentam salvação. Discussões sobre o sofrimento, sua origem, o porquê de seus filhos terem morrido? Não, não há espaço para isso. Não mais. Certamente tais questões perderam sentido diante da demonstração de poder e amor de Jesus.

O que temos em comum? O que nós, seres humanos, temos em comum? Temos em comum nossa vocação para o sofrimento. Ninguém o procura, mas ele se aproxima de nós e nos atinge. Em algum momento da vida certamente ele se apresenta. E nesse momento, muito mais do que em qualquer outro, Jesus Cristo terá um olhar especial, um toque sensível, uma palavra de poder para nos salvar, para nos transformar, para enxugar nossas lágrimas E então teremos em comum não apenas a dor, mas a experiência da graça que é inexplicável. Nós, sofrimento e Jesus. Uma relação complexa, intensa e profunda.

:: João Leonel (Ultimato)

Alegrai-vos no Senhor!


Alegrai-vos no Senhor!

A alegria no Senhor não é natural ao nosso coração. Necessitamos da graça do Alto para que ela se manifeste. O pecado que corrompe a alma, o nosso fraco discernimento e os estímulos deste mundo nos levam a um caminho contrário à alegria no Senhor. Levam-nos ao descontentamento.

Tão enganoso é nosso coração que conseguimos sentir intenso descontentamento mesmo vivendo na mais abundante graça de Deus. Em meio à fartura, nos descontentamos pelo objeto de desejo ainda não conseguido. Cobertos por palavras de afirmação, nos descontentamos com uma pequena crítica, mesmo feita com honestidade. Alvos da graça de Deus, que provê todas as coisas, nos descontentamos por uma oração ainda não respondida. Imersos em incontáveis bênçãos ao longo da vida, nos descontentamos justamente por aquela ainda não recebida. É da nossa natureza caída vivenciar o descontentamento mesmo em meio à insuperável graça e abundantes motivos de alegria.

Perante este mar de descontentamento a ordem bíblica é contundente: "Alegrai-vos no Senhor!" (Fp 4.4). Aliás, a alegria no Senhor é alvo de diversos estímulos bíblicos. Somos convidados a nos alegrar porque "grandes coisas fez o Senhor por nós" (Sl 126.3), pelo "dia que o Senhor fez" (Sl 118.24), pois Ele é a nossa força (Ne 8.10) e é o Deus "da minha salvação" (Hc 3.18). Aqueles que se alegram no Senhor são os "retos de coração" (Sl 32.11), lembram-se da "Sua santidade" (Sl 97.12), reconhecem a Sua bondade (Jl 2.23) e sinceramente "buscam ao Senhor" (1Cr 16.10; Sl 105.3).

Alegrar-se no Senhor não é resultado de um mero sentimento, mas do reconhecimento da Sua bondade. Trata-se de enxergar que nenhuma tragédia da vida superará a Sua graça. Alegrar-se no Senhor é um exercício de fé, leva-nos à verdadeira adoração e fortalece a nossa fragilizada alma. Também minimiza a ansiedade, direciona para Deus as expectativas do nosso coração e nos faz olhar para o que de fato tem valor. Alegrar-se no Senhor alegra também a Deus, pois fomos feitos para reconhecer que o Seu amor nos basta.

:: Ronaldo Lidório (Ultimato)

Felizes para sempre


Felizes para sempre

"O amor jamais acaba"
Apóstolo Paulo (1 Cor 13:8)

"A amizade é um amor que não morre"
Mário Quintana

Sempre quando eu me machucava, quando criança, algum adulto dizia "quando casar sara". Muitas vezes depois de um tombo, do joelho ralado, do dedão esfolado no asfalto, ou após uma queda de bicicleta alguém dizia "quando casar sara". Levei a sério essa frase. Tive diante de mim vários tipos de casamentos. Vi diante de mim casamentos castradores, onde os cônjuges se sentiam podados em seus sonhos e desejos. Vi casamentos que aprisionava os cônjuges, onde até os filhos se sentiam presos diante de um pai tirano que ditava o ritmo do lar mais como um quartel do que uma família. Vi casamentos vingativos onde os cônjuges ficavam trocando acusações e sempre usando palavras rudes e chulas para machucar e cutucar velhas feridas. Vi casamentos infelizes aos montes.

Mas, lá no fundo sempre acreditei no casamento. Sempre levei a sério a expressão "quando casar sara". De fato sara. O casamento para mim sarou várias feridas emocionais e me fez sorrir diante da vida. Curou a minha solidão. Sempre almejei ser feliz ao casar e contrariar os pessimistas que relatavam uma lista de razões para não casar. Contrariei. Casei. Fui curado. Assim como eu, muitas outras pessoas foram curadas ao se casarem. Casamento tem seu risco, afinal de contas vamos dividir muito mais do que as escovas de dente, como se fala por aí, vamos dividir a vida, os sonhos e planos. Casamento é coisa séria. Mas, essa seriedade do compromisso dos casamentos não pode roubar a alegria da presença do cônjuge. Sempre pensei e gostei de ver as pessoas que casaram bem. Eles demonstravam alegria e felicidade.

O jornal Folha de São Paulo trouxe a tona esse tema na reportagem "Felizes para Sempre", relatando que cientistas sociais ratificaram que as pessoas casadas são mais felizes que os solteiros. Esse estudo foi realizado nos EUA e comprovou que as pessoas casadas apresentaram níveis elevados de felicidade. Os benefícios do casamento que a reportagem apresenta são curiosos. Casar-se com o melhor amigo pode ser um dos segredos da felicidade conjugal.

Esse é um dos benefícios do casamento, a amizade. A amizade no casamento espanta a solidão, um dos maiores males dos solteiros. A solidão gera infelicidade. O estudo mostrou que as pessoas que veem o seu cônjuge como amigo obtém o dobro de satisfação diante das situações da vida. Na área profissional o casamento é importante também, inclusive para os homens, que ganham mais do que os solteiros por conta da estabilidade familiar oriunda do casamento. O estudo revelou que as pessoas casadas fazem mais sexo; que as pessoas casadas cuidam mais e melhor da saúde, pois se preocupam com exames preventivos e são estimuladas pelo cônjuge a se cuidar.

Como nem tudo pode ter só notícias boas, o lado negativo é que a pesquisa mostra que os casados tendem a ganhar alguns quilos ao longo dos anos de casado, devido à estabilidade que não exige mais a procura de novos parceiros e a acomodação natural após o casamento (Jornal Folha de São Paulo, Equilíbrio, C6, quarta-feira, 21 de janeiro de 2015). Afinal, casar faz bem!

O matrimônio deve trazer bem estar para o casal. O casamento só pode nos fazer feliz, pois assim foi que Deus quis. Deus nos planejou para nos unirmos à pessoa que ele colocou no nosso caminho e vida, para nos unirmos a ela, para nos fundirmos, para nos tornarmos uma só carne. O casamento é uma instituição divina e, por isso, se mantém mesmo diante de tantos ataques. Essa pesquisa só vem corroborar com o que a Bíblia nos ensina sobre vida conjugal. Estar ao lado da pessoa escolhida por Deus, ciente de que o que "o que Deus uniu não separará o homem", é motivo de alegria e felicidade (cf. Mt 19:6). Os casais deveriam investir mais na amizade com seu cônjuge, pois a amizade dá suporte emocional para que ambos superem as crises da vida. A amizade é vital no casamento, pois a amizade com a pessoa que tem um elo de amor com você é capaz de te apontar caminhos, mostrar o que seus olhos não estão vendo. A amizade nos ensina a lealdade conjugal e a cumplicidade, que serão os combustíveis para que o casamento supere os anos e as décadas. A amizade é importante na relação, pois a rotina matrimonial é uma máquina para provocar divórcios. É necessário finanças em dia, saúde, vida profissional estável, sexo, amor e muita amizade. Mário Quintana dizia que "A amizade é um amor que não morre".

É lindo ver casais de idosos de mãos dadas, que viram os anos se passando, viram as rugas se instalando, viram os filhos saindo de casa, viram as crises passando, viram as batalhas sendo vencidas, viram o vigor físico diminuindo, viram o apetite sexual desaparecendo, mas continuam firmes no propósito de amar. O tempo passou e por tanto se amarem são amigos íntimos. O amor verdadeiro nos leva a uma relação de amizade, pois amizade vem da mesma raiz de amor. Só ama quem é amigo, e só é amigo quem se dispõe a amar.

Quem vive para amar o cônjuge e semeia amor em sua relação só colherá amor, amizade e felicidade. Se você casou com sua melhor amiga (o) invista mais nessa relação amor-amizade e sejas mais e mais feliz. E se você não casou com sua melhor amiga (o), corra atrás e faça do seu cônjuge seu (sua) melhor amigo (a). quem ama casa, e quem casa com quem ama desfruta da felicidade. Que as pessoas vejam em nós que os nossos casamentos nos fazem pessoas melhores e mais felizes, pois nossos casamentos tem um tempero a mais, o maior amigo de todos: Jesus. Que sejamos felizes para sempre. Que a cura do casamento sare outras pessoas. "Quando casar sara", e sara mesmo. Que os anos passem e o amor permaneça sarando e o amor sempre aumente. Os que são curados pelo amor e vivem amando desfrutam de uma relação longa e feliz e poderão sempre dizer que serão "felizes para sempre".

::Jeferson Rodolfo Cristianini – pastor batista voltado para o ministério com juventude

2015-07-03

À medida que nos tornamos como Cristo

Agora começamos a compreender o que o Novo Testamento está sempre falando. Ele fala que os cristãos "nascem de novo"; que eles "se revestem de Cristo". E fala sobre Cristo "sendo formado em nós"; sobre chegarmos a ter a "mente de Cristo".

Tire de vez da sua cabeça a ideia de que essas expressões não passam de um modo extravagante de dizer que os cristãos devem ler o que Cristo disse e tentar colocar em prática — da mesma forma como se pode ler o que Platão ou Marx disseram e tentar colocar em prática. É muito mais do que isso. O que essas expressões estão dizendo é que uma pessoa real, Cristo, aqui e agora, naquele mesmo quarto em que você estava orando, realiza coisas em você.

Não se trata apenas de um homem bom que morreu há dois mil anos. Trata-se de um homem vivo, tão homem quanto você e, ao mesmo tempo, tão Deus quanto era quando criou o mundo — que vem de verdade e interfere no mais íntimo do seu ser. Ele mata seu velho eu natural e substitui pelo tipo de eu que ele é.

No começo, dura apenas alguns instantes. Mais tarde, abarca períodos maiores. Finalmente, se tudo for bem, acaba transformando-o permanentemente num ser totalmente diferente: num novo pequeno Cristo, um ser que, a seu modo, tem o mesmo tipo de vida que Deus, e que compartilha do seu poder, da sua alegria, do seu conhecimento e da sua eternidade.

>> Retirado de Um Ano com C. S. Lewis, Editora Ultimato.