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2015-04-03

Algumas poucas e boas razões para celebrar a Páscoa


Algumas poucas e boas razões para celebrar a Páscoa
// Lagoinha

Por que comemorar a Páscoa? Abaixo alguns bons motivos que não devemos esquecer nesta data que é celebrada pelo mundo todo.

Para relembrar que na sexta-feira, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29); e, no domingo, ele é o Leão da tribo de Judá (Ap 5.5).Para relembrar que “cada um de nós se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Is 53.6).Para relembrar que Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm. 5.8).Para celebrar o fato de que podemos nos aproximar “confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb 4.15,16).Para relembrar que “Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20,21).Para celebrar que aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).Para relembrar e celebrar que “ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, e pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” (Jo 20.19).Para celebrar e reafirmar: JESUS RESSUSCITOU!

Encontrou boas razões? Então junte-se a nós nesta festa em adoração a Jesus.

 Texto: Ultimato

Adaptação: Lagoinha.com

Tão gordos como gado pronto para o matadouro

Vocês têm tido uma vida de luxo e prazeres aqui na terra e estão gordos como o gado para o matadouro. (Tg 5.5)

Quem disse que os ricos não têm vida boa? Quem disse que os maus não estão cheios de saúde?

O grande problema dos maus ricos é que a opulência é transitória. Foi por ter acordado para isso que Moisés abriu mão da corte de Faraó, de sua posição de luxo, poder e glória por ter sido adotado pela filha do rei do Egito. Ele saiu de lá porque achou que era muito melhor estar ao lado do povo oprimido e sofrer com ele do que gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado (Hb 11.24-26).

O mau rico da parábola de Jesus tinha dinheiro suficiente para vestir as roupas mais caras e para, todos os dias, dar uma grande festa. Enquanto isso, o pobre, que tinha o corpo coberto de feridas, só se alimentava com as migalhas que caiam da mesa do rico. Ambos morreram e foram para lugares e situações diametralmente opostas: o pobre foi para junto de Abraão, o pai da fé; e o rico foi para junto dos demônios, no inferno (Lc 16.19-31).

Asafe, um dos músicos e cantores de Israel, sofria com um dilema que não conseguia resolver: a aparente felicidade dos maus e o aparente sofrimento dos bons. Ele entrou numa profunda crise emocional e religiosa, por causa da qual quase perdeu a confiança em Deus. Não conseguia entender o disparate entre os bons e os maus. Estes não sofrem e estão cheios de saúde embora tenham o coração cheio de maldade. Aqueles, embora tenham as mãos limpas de sangue, vivem sofrendo e sendo punidos por Deus. Porque enfrentou corretamente o problema, entrando na presença de Deus, Asafe entendeu que os ímpios têm um fim horrível, e que os justos têm um fim glorioso (Sl 73).

— O fim principal do ser humano não são o luxo nem os prazeres!

>> Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Faça ajustes


Faça ajustes
// Lagoinha

“Por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência [quanto às divinas promessas], associai com a vossa fé a virtude [excelência, resolução, energia cristã]: com a virtude, o conhecimento (inteligência)” (2 Pedro 1.5)

Algumas vezes temos de fazer uns poucos ajustes em nosso estilo de vida para seguir a sabedoria. Talvez tenhamos que dizer não a tantas atividades. Hebreus 11.1 ensina que a fé é a certeza de coisas que ainda não vemos no momento. Mas, como Deus, podemos chamar à existência “todas as coisas que não são, como se já fossem” (Romanos 4.17). Esse principio espiritual se aplica tanto no sentido negativo quanto positivo. Assim, talvez precisemos fazer alguns ajustes quanto às coisas que dizemos.

Se você sente que é difícil levantar-se pela manhã, não diga: “Estou muito cansado”! Remova toda palavra de fraqueza, cansaço, vacilação, derrota e esgotamento de seu vocabulário. Em vez disso, diga: “Porque o Senhor é minha força, posso fazer o que for preciso neste dia”.

2015-04-02

A inércia e o ativismo


A inércia e o ativismo
// Lagoinha

Muitos dos nossos erros estão relacionados a atitudes extremas. Enquanto algumas pessoas são preguiçosas, outras são excessivamente ativas. Um vive paralisado, enquanto o outro não para jamais.

Não podemos usar a fé como desculpa para a inércia ou para a omissão. Deus não fará aquilo que for da nossa responsabilidade. A oração é importante e necessária, mas não substitui a ação adequada.

Diante do mar Vermelho, Deus disse a Moisés: “Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem” (Êx 14.15).

A palavra de Deus nos fala sobre o valor da ação e do trabalho. Entretanto, ela também nos ensina sobre o descanso e a nossa dependência de Deus, sabendo que há um tempo adequado para cada propósito (Ec 3).

Os israelitas podiam e deviam marchar. Contudo, não poderiam abrir o mar nem destruir o exército inimigo.

Devemos semear, mas não nos compete fazer nascer e crescer a planta.

A preguiça é um erro, mas é também errado pensar que tudo se resolverá pelo nosso trabalho, esforço e capacidade. Esta seria uma atitude humanista e incrédula.

Esse tipo de erro é levado, muitas vezes, para a espiritualidade, o que faz com que muitos acreditem que serão salvos pelas obras. Paulo ensinou aos efésios que a salvação vem pela graça de Deus (Ef.2.8-10).

O mesmo texto motiva os salvos à prática das boas obras. O que não adianta é “fazer” sem “ser”.

Muito tempo depois, uma nova carta foi escrita àquela igreja, em que se lê: “Conheço as tuas obras e o teu trabalho… Trabalhaste pelo meu nome e não te cansaste. Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor” (Ap 2.2-4).

Uma frase comum a todas as cartas do Apocalipse é esta: “Conheço as tuas obras”. Aquelas comunidades eram muito ativas. Apesar disso, havia entre elas muitos problemas e pecados. Ativismo sem santificação pode ser algo inútil e perigoso. Obras sem amor perdem sua razão de ser. Assim também é a oração sem fé, a doação sem generosidade e o agradecimento sem gratidão. Muitas “boas obras” são feitas com motivações erradas. A caridade que se faz para o benefício próprio, não seria apenas um disfarce para o egoísmo? O trabalho cristão não pode ser mecânico, mas a viva manifestação do Espírito Santo em nós.

Jesus Cristo poderia ter pregado o evangelho e feito milagres durante os 33 anos que viveu aqui na terra. Entretanto, não foi assim. O tempo da sua vida foi dividido e organizado de acordo com o propósito de cada época.

Depois de ter escolhido seus discípulos, Jesus poderia tê-los enviado pelo mundo afora para pregar, mas isso só aconteceu depois de 3 anos de ensino e após o recebimento do Espírito Santo.

Existe o risco de fazermos tantas coisas, enquanto deixamos de lado o mais importante; Podemos fazer muito e não ser exatamente o que Deus mandou.

Algumas pessoas trabalham tanto que não acompanham o crescimento dos filhos. Ganham o mundo e perdem a alma.

O excesso de trabalho pode ser normal em algumas ocasiões, por uma questão de necessidade ou responsabilidade. É importante, porém, que tal situação seja de curta duração. Muitas vezes, o ativismo é fruto da ansiedade e da cobiça. Trabalhamos mais para termos mais dinheiro e comprarmos mais coisas.

“Todo o trabalho do homem é para a sua boca; contudo, nunca satisfaz a sua cobiça” (Ec 6.7).

Faça alguma coisa, mas não tente fazer tudo. Trabalhe, descanse, mas cuide também da família e da saúde. Além de trabalhar, é importante crer e esperar.

Alguns precisam trabalhar mais; outros precisam descansar. De vez em quando é necessário interromper o corte das árvores para amolar o machado. Que Deus nos dê discernimento e nos ajude a encontrar o ponto de equilíbrio.

::Pr. Anísio Renato de Andrade

Como vencer os obstáculos da vida


Como vencer os obstáculos da vida
// Lagoinha

A vida é uma corrida e uma corrida com obstáculos. Nossa trajetória não se dá, entretanto, num estádio iluminado, com pistas aplainadas e uma plateia entusiasmada nos ovacionando. Não raro, cruzamos solitariamente desertos tórridos, navegamos por mares revoltos e atravessamos pinguelas estreitas sobre pântanos ameaçadores. Os vencedores são aqueles que a pesar de suas fragilidades, tiram seus olhos das circunstâncias, para colocá-los em Deus.

A Escritura diz que Deus faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Deus levanta do pó o abatido, do monturo o necessitado e o faz assentar-se entre príncipes. Deus é quem adestra nossas mãos para a batalha. É ele quem faz com que a mulher estéril seja alegre mãe de filhos. É ele quem nos toma pela mão direita, nos guia com seu conselho eterno e nos recebe na glória. Nossos problemas podem ser insolúveis, se olharmos para as nossas fraquezas. Porém, se olharmos para Deus, aquilo que nos era impossível, torna-se realidade, pois para Deus não há impossível em todas as suas promessas.

A história humana está crivada de exemplos de pessoas que superaram suas fraquezas, triunfaram sobre suas limitações e conquistaram retumbantes vitórias. Thomas Alva Edson, o maior inventor de todos os tempos, somente frequentou o colégio três meses. A escola devolveu-o por concluir que não tinha condições de acompanhar seus pares. Sua mãe investiu em sua educação e fez dele um dos maiores cientistas do mundo. Henry Ford, o maior fabricante de carros do mundo, estudou apenas até o primeiro ano do secundário. Inobstante as limitações de sua educação formal, foi uma das mentes mais brilhantes, criativas e empreendedoras da história. John Milton ficou completamente cego aos cinquenta anos de idade.

Para todos os que estavam à sua volta, era o fim de sua carreira, o epílogo triste de um homem que mergulhava na escuridão. Porém, sob o manto da cegueira, escreveu o grande clássico, “O paraíso perdido”. O grande compositor Ludwig Van Beethoven, depois de uma surdez progressiva, ficou completamente surdo aos quarenta e seis anos de idade. Para todos, a surdez irreversível parecia ser o fim de sua brilhante carreira musical. Entrementes, apesar desse fato doloroso, ele compôs mais cinco sinfonias, suas músicas mais excelentes. Fanny Crosby, a maior compositora evangélica de todos os tempos, ficou cega na sexta semana de vida e viveu noventa e dois anos na escuridão da cegueira. Mas, essa mulher extraordinária compôs mais de oito mil hinos traduzidos e cantados no mundo inteiro, músicas que têm espargido abundantemente a luz de Cristo Jesus. Todas essas pessoas enfrentaram imensos obstáculos, ultrapassaram barreiras humanamente impossíveis, mas venceram.

Talvez seus obstáculos são outros. Talvez você tem uma limitação física, ou emocional, ou mesmo espiritual. Talvez você esteja enfrentando uma crise conjugal, um drama familiar, uma tempestade financeira. Talvez você esteja amargando uma derrota fatídica por causa de um vício que o escraviza. Você se sente inadequado diante de desafios imensos, de ameaças concretas, de obstáculos superiores às suas forças. Nessas horas você é tentado é entregar os pontos, a jogar a toalha, a se dar por vencido. Porém, encorajo você a olhar para cima, a olhar para Deus. Não há causa perdida quando a colamos nas mãos de Deus. Não há vida irrecuperável para o Filho de Deus. Ele fez prodígios ontem e continua fazendo maravilhas hoje. Ele é o nosso refúgio. Nele está a nossa esperança. Dele vem o nosso socorro. É ele quem nos faz mais do que vencedores!

::Hernandes Dias Lopes

Seja forte


Seja forte
// Lagoinha

“O Senhor é a minha força e o meu escudo [impenetrável]; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei. O Senhor é a força do seu povo, o refúgio salvador do seu ungido” (Salmos 28.7-8)

Podemos nos programar para enfrentar o cansaço antes mesmo de nos sentirmos fatigados. Eu já sabia que ficaria totalmente esgotada fisicamente e emocionalmente após minhas conferências. Então, eu orava para que, à medida que investisse minha energia e minha força para servir ao Senhor, Ele trouxesse mais energia e força de volta para mim.

A Bíblia diz que dar significa semear uma semente que trará uma colheita (Gálatas 6.7-10). Se dermos nossa força, colheremos a força de Deus. Devemos esperar uma colheita de força em nossa vida, enquanto servimos ao Senhor. Ele nos ungirá com força hoje, se Lhe pedirmos para fazê-lo.

2015-04-01

Esteja seguro


Esteja seguro
// Lagoinha

“Eu te amo, ó Senhor, força minha. O Senhor é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte” (Salmos 18.1-2)

Deus pode nos fortalecer a tal ponto que poderemos avançar mesmo durante as tribulações. O salmista disse a seu respeito: “Ele faz os meus pés como os da corça [capaz de permanecer firmemente ou avançar mesmo nas perigosas alturas de provação e problemas]. O Senhor tem me revestido de força para a batalha” (Salmos 18,33,39 – grifo da autora).

As tribulações e provações não chegam para que percamos a estabilidade. Elas são oportunidades para provar a força do Senhor. Não temos de oscilar em nossa confiança. Ninguém nos impedirá de avançarmos hoje, porque Deus é a nossa força.