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2014-12-04

A semente santa


A semente santa
// Lagoinha

"O anjo respondeu: "O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com a sua sombra. Assim, aquele que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus". (Lucas 1.35)

A virgem Maria ficou grávida por obra do Espírito Santo, que veio sobre ela e, de acordo com o versículo de hoje, implantou nela uma semente santa. O Espírito de Santidade foi implantado nela como uma semente. Em seu útero, a semente cresceu e se tornou o Filho de Deus e Filho do Homem, que era necessário para livrar o povo dos seus pecados.

Quando nascemos de novo, uma dinâmica semelhante ocorre em nós. A semente santa, o Espírito de Santidade, é implantada em nós como uma semente. À medida que regamos essa semente com a Palavra de Deus e impedimos que as "ervas daninhas do mundanismo" a sufoquem, ela crescerá e se tornará uma árvore de justiça gigantesca, "plantio do Senhor, para manifestação da Sua glória" (Isaías 61.3).

A Palavra de Deus nos ensina a buscar a santidade (ver Hebreus 12.14). Quando o nosso coração está empenhado nessa busca, o Espírito de Santidade nos ajuda. Se quisermos ser santos, precisamos ser cheios do Espírito Santo e permitir que Ele fale conosco, nos corrija, guie e nos ajude em todas as áreas da vida.

Nunca se esqueça de que uma semente santa vive dentro de você. Religue essa semente com a Palavra de Deus e deixe que o Espírito Santo fale com você e o ensine a ajudá-lo a crescer.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: O Espírito Santo deseja ser o seu companheiro íntimo enquanto o ensina e instrui sobre santidade.





A fé do rei Herodes


A fé do rei Herodes
// Lagoinha

Um tipo de crença que não conduz à salvação 

Foto: Internet

Foto: Internet

Quando Jesus nasceu, grande parte do mundo era dominado pelo Império Romano. Entretanto, Roma permitia a existência de governos locais em várias províncias, inclusive o domínio de alguns reis, como era o caso de Herodes Magno, que governava a Palestina e adjacências (Mt 2).

Embora governasse o povo de Israel, Herodes não era judeu, mas idumeu, ou seja, descendente de Esaú. Ele foi o primeiro de uma dinastia. A Bíblia cita seis Herodes. Quando Herodes Magno morreu, seu território foi dividido entre seus 3 filhos: Arquelau, Antipas e Filipe. O sucessor de Filipe foi Agripa I (At.12), que foi sucedido pelo filho Agripa II (At 25.13).

O personagem que nos interessa nesta mensagem é Herodes Antipas, citado em Mateus 14:

"Naquele tempo ouviu Herodes, o tetrarca, a fama de Jesus. E disse aos seus criados: Este é João Batista que ressuscitou dos mortos, e por isso estas maravilhas operam nele. Porque Herodes tinha prendido João, e tinha-o maniatado e encerrado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe; o porque João lhe dissera: Não te é lícito possuí-la". (Mt 14.1-4).

Herodes ouviu falar sobre Jesus, assim como muitos têm ouvido hoje. As notícias chegaram ao palácio, mas o rei não tomou nenhuma iniciativa no sentido de encontrar-se com Cristo. Herodes tinha poder e autoridade. Dinheiro, bens e prazeres estavam à sua disposição. Ele não estava doente, faminto, desempregado nem deprimido. Aparentemente, não precisava de Cristo. É o que pensam muitas pessoas na atualidade. Muitos ouvem o evangelho nos nossos dias. Isso é muito importante e necessário. Contudo, ouvir não é o bastante. A boa notícia exige um posicionamento.

Notamos que Herodes acreditou no que ouviu. Ele não questionou os milagres que Jesus fazia, mas lhes atribuiu uma explicação curiosa, dizendo que Jesus era João Batista ressuscitado. A fé do rei Herodes era avançada para a sua época. Ele acreditava na ressurreição dos mortos. Contudo, sua opinião estava errada. Jesus não era João. Quantas opiniões erradas sobre Deus e sobre Jesus são ensinadas até hoje! A fé do rei Herodes era admirável, mas faltava-lhe o conhecimento. Tomando por empréstimo as palavras de Tiago, perguntamos: "porventura sua fé poderia salvá-lo"? Não.

A fé não é um fim em si mesma. Ela é como o dinheiro que, se for mal aplicado, pode trazer a ruína. Herodes tinha fé, mas sua vida não era coerente com sua crença. O rei vivia em adultério com a mulher de seu irmão. Uma fé que não implica em mudança de vida pouca utilidade terá. Não adianta acreditar em Jesus e continuar no adultério, na prostituição, na fornicação, no engano, no roubo, no homossexualismo ou na idolatria. Esta é a fé do rei Herodes: Uma fé baseada em suposições; uma fé sem arrependimento e sem compromisso com Cristo; uma fé morta.

Uma das maiores evidências de sua vida errada foi o fato de haver matado João Batista. Poderia ter sido perdoado, caso se arrependesse, mas isso não aconteceu. Herodes foi contemporâneo de Jesus Cristo, mas não tinha consciência desse grande privilégio. Perdeu maravilhosa oportunidade de conviver com o Mestre.

Finalmente, o rei encontrou-se com Jesus antes da crucificação (Lc 23.8). Foi a sua segunda chance. Depois das notícias, o encontro pessoal. Muitas pessoas se encontraram com Jesus em várias situações, mas Herodes estava ali para julgá-lo. O propósito não era certo. Precisamos questionar os motivos que nos levam a Cristo.

Está escrito que Herodes alegrou-se muito ao ver Jesus. A alegria na presença do Senhor é muito boa, mas isso não é suficiente. Seria melhor se Herodes ficasse triste. Seria melhor se houvesse nele algum sinal de arrependimento pelos seus pecados, mas não havia.

Em algum momento ficaremos tristes na presença do Senhor. O arrependimento produz tristeza. Quem nunca se entristeceu pelos seus pecados, não se arrependeu deles. Herodes tinha fé, mas não se arrependeu, não se converteu nem se tornou um discípulo.

Embora Jesus seja o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Herodes o via como um súdito. Ele deveria ter reconhecido que o verdadeiro Rei é Jesus, mas não reconheceu. O que fez em seguida? Escarneceu, zombou de Jesus, e o rejeitou, devolvendo-o a Pilatos (Lc 23.11).

Tendo demonstrando fé no princípio, errou em sua decisão final. Poderia ter libertado Jesus, mas preferiu entregá-lo novamente a Pilatos. Herodes encontrou Jesus, mas não foi salvo.

Ouviu, creu, mas não tomou as decisões corretas sobre Cristo. Quais têm sido as nossas decisões? Que tipo de fé é a nossa?

:: Pr. Anísio Renato de Andrade 






2014-12-03

Ore a Palavra


Ore a Palavra
// Lagoinha

“A tua palavra, Senhor, para sempre está firmada nos céus” (Salmos 119.89)

Você sabe que Deus fala conosco através da Sua Palavra. Podemos falar a Sua Palavra de volta para Ele quando oramos “declarando a Palavra”. Talvez você nunca tenha ouvido a frase: “Ore a Palavra” e esteja se perguntando como fazer isso. Creio que “orar a Palavra ou orar as Escrituras”, como algumas pessoas dizem, é a forma mais simples de oração disponível para qualquer crente. Tudo que é necessário é ler ou memorizar palavras da Bíblia e orar essas palavras de uma maneira que as torne pessoais ou que as aplique a outra pessoa. Creio que a melhor maneira de fazer isso é iniciar com: “Deus, a Sua Palavra diz (inserir a Escritura) e eu creio nisto”.

Se você estivesse orando Jeremias 31.3 para si mesmo, diria algo assim: “Deus, a Sua Palavra diz que o Senhor me amou com amor eterno e que me atraiu com bondade. Eu lhe agradeço por me amar tanto e por continuar a me atrair para o Senhor com tanta bondade. Ajuda-me, Senhor, a ser consciente do Seu amor por mim”. Se você estivesse orando esta mesma Escritura para a sua amiga Susie, que estivesse tendo dificuldade para crer que Deus realmente a amava, você diria algo do tipo: “Deus, a Sua Palavra diz que o Senhor sabe que a Susie não tem se sentido muito segura do Seu amor ultimamente, então eu lhe peço para inundar as emoções dela com a verdade desta promessa”.

As promessas de Deus são para você; são para todos os crentes – e Ele ama quando conhecemos a Sua Palavra e a oramos para Ele.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Deus o ama exatamente como você é, e o ajudará a se tornar o que Ele quer que você seja.

2014-12-02

Conhecer Deus


Conhecer Deus
// Lagoinha

Conhecer Deus não é saber fatos sobre Ele. A Palavra diz que conhecer Deus é ter intimidade, relacionamento com Ele.

Como podemos conhecer mais de Deus? Conhecer Deus verdadeiramente, envolve compromisso de obedecer a Deus e à Sua Palavra. Nós fomos criados para fazermos as obras de Deus conforme descrito em Efésios 2.10: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” A vontade de Deus é que o conheçamos, faz parte do plano de Deus continuar a se revelar para o mundo. Porém é nossa responsabilidade viver a fé que é necessária para conhecer Deus. Sigamos em conhecer mais e mais de Deus.

A Palavra diz em Mateus 5.13-14 que somos sal da terra, e que por meio de nós outros também venham a conhecê-Lo, servindo e sendo sal e luz nesta Terra. Conhecer Deus é uma aventura maravilhosa na presença Dele, é poder trilhar o caminho da verdade descrita na Sua Palavra e encontrar descanso e refúgio em Seus braços.

A Palavra diz: “Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” (Oseias 3.6).

A vida cristã é muito simples. Os problemas muitas vezes criados pelo homem na própria vida e na de outras pessoas é por falta do conhecimento de Deus. Todo drama que aflige nosso coração é por que não conhecemos a Deus verdadeiramente. Relacionamentos destruídos; filhos rebeldes; a escravidão às coisas materiais, o amor ao dinheiro, às coisas deste mundo, tudo isso acontece por que falta aos filhos de Deus o conhecimento do Pai. Falta uma vida de intimidade com o Senhor. Só podemos ter intimidade com quem conhecemos. Pois assim não há máscaras, não é preciso provar nada para ninguém, podemos mostrar quem realmente somos. São “os de casa” que nos conhecem de verdade, sabem quem somos quando estamos felizes ou tristes. E Deus deseja ser da nossa casa, ele deseja sentar e comer conosco, e nos chama a conhecê-lo, a abrirmos a porta do nosso coração para que Ele entre, sonde, nos cure, e possa nos direcionar aos caminhos de vida e não de morte. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa cearei com ele, e ele, comigo” (Ap 3.20).

Jesus é o nosso exemplo a ser seguido. A nossa fé não é teoria ou um conjunto de doutrinas, mas é o nosso relacionamento, nossa intimidade com o Senhor. E relacionamento com Deus significa permanecer nele, seguir o exemplo de Jesus, Ele é o nosso modelo. Jesus disse: “Se alguém me ama, meu Pai o amará e viremos para ele e faremos nele morada” (João 14.23). Muitos buscam a visitação do Senhor, mas o propósito de Deus é morar, permanecer em nós.

Jesus nos ensinou o princípio do amor da maneira mais linda, ele se identificou conosco, vindo ao mundo como homem, sentindo o que sentimos. A Palavra diz que Jesus foi tentado em tudo como somos tentados, mas não cometeu pecado, Ele foi homem, encarnado e amou aqueles que ninguém podia amar, os excluídos, os doentes, os pecadores. E deu a vida por todos, independente de raça, cor, estado civil, Ele morreu na cruz, pagando um alto preço de cruz para que fôssemos feitos justiça de Deus, tornando-nos filhos de Deus. Não há amor maior! E é esse amor sem reservas, sem acepções que Jesus nos exemplificou por meio da sua vida, e Ele é o mesmo, continua nos amando e deseja em seu coração que façamos o mesmo pelo nosso próximo. Por isso, quando conhecemos a Deus, o amor é natural em nós. Nós amamos por que Ele nos amou primeiro.

Deus abençoe!

Deus quer ver suas promessas se cumprirem na vida das crianças e dos adolescentes


Deus quer ver suas promessas se cumprirem na vida das crianças e dos adolescentes
// Lagoinha

A criança nasce para ser amada

Quando uma criança nasce, sua identidade começa a se formar a partir de suas experiências com seu cuidador, e as pessoas à sua volta, por meio de seus olhares, o tom de sua voz, a força do toque, a expressão do rosto, o movimento do colo, a chegada do alimento… As impressões e sensações se repetem e ao passo que o bebê cresce, elas vão se confirmando. A criança começa a interpretar suas emoções, e a partir delas começa a tirar conclusão a respeito de si mesma. Uma criança que não tem a felicidade de perceber no outro o acolhimento e os sorrisos de aprovação, deduz que o que está sendo dito a ela, pelas palavras, atitudes e pelos gestos e olhares, é que ela não vale grande coisa. A criança apreende que não é amada e sua sobrevivência não está garantida, ou seja, está ameaçada.

O resultado é o retrato de uma criança insegura, frágil e vulnerável. Essa é a realidade de milhares de crianças que nascem num lar que não está preparado ou sadio para recebê-las. Algumas se defendem se tornando aparentemente fortes e agressivas, prontas para enfrentarem qualquer perigo. Outras se retraem e vivem amedrontadas. Qualquer uma das reações de defesa das crianças leva a um maior descontentamento dos que as rodeiam, que as desprezam ainda mais ou as agridem. Cada vez que perguntamos a uma criança que vive numa situação desfavorável, qual foi a pior situação que já enfrentou, a resposta é sempre uma das seguintes:

Situações corriqueiras das crianças

Abuso físico, pessoal ou de um membro da família; morte de um ente querido; abandono ou rejeição; ameaça verbal, xingamento; abuso sexual; separação da família; provocação, bulling; fuga para as ruas; uso de drogas; exemplo negativo dos pais; doença pessoal ou de um familiar.

Essas situações traumáticas se apresentam para a criança como uma apunhalada, uma agressão que gera confusão, dor e sofrimento. Nem todas as crianças que enfrentam tragédias como essas, tem dificuldade para superá-las, mas a criança que já vive um ambiente de desamor usa o trauma para confirmar e sedimentar o que já sabia – não tem valor; não deveria ter nascido; sempre faz a coisa errada; ninguém jamais a amará; não tem futuro; está sozinha; etc.

As crianças que vivem em vulnerabilidade social são alvo fácil desse mecanismo. Elas ficam imobilizadas diante dessa crença e agem de acordo com essa identidade.

Estratégia do inimigo

Desde o início dos tempos satanás usou a estratégia da mentira para acabar com o homem. Ele é muito experiente em aprisionar o ser humano e continua usando seus velhos truques. Jesus nos disse que quando o diabo “…mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira” (João 8.44). Não devemos nos surpreender então, que quando uma criança é acometida por injustiças, o pai da mentira sussurre em seu ouvido que ela não presta, ou a leve a questionar a bondade de Deus. Assim como Adão e Eva o fizeram, as crianças que já são vulneráveis acreditam facilmente nas mentiras de satanás, comprometendo assim a sua liberdade e infância.

Qual a nossa tarefa diante desse quadro perverso?

Contar a verdade para essas crianças. Ajudá-las a se libertarem dessa prisão esmagadora que as impede de crescer de forma saudável. Jesus quer usar seu exército para desfazer a bagunça do inimigo. Jesus quer usar nossas bocas, gestos e atitudes para levar as crianças a conhecerem a verdade, pois “… conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8.32). A verdade de Cristo é o antídoto do veneno da mentira. A criança que aprende e aceita que na verdade ela é amada e especial para Jesus; que Ele quer cuidar dela e lhe fazer companhia para sempre; que Ele nunca a abandonará e sempre a protegerá, independente do que possa ter acontecido, ela é resgatada da perdição e acolhida pelos braços de Jesus que lhe abre os olhos para enxergar sua verdadeira autoimagem, imagem e semelhança do próprio Cristo.

A criança que se vê como um ser amado e que encontra em Jesus o amparo que talvez nunca antes sentisse, muda! Seu sentimento modifica; sua atitude transforma; seu comportamento altera, porque agora se relaciona com seu mundo a partir de uma nova identidade, a identidade de filha(o) – 1 João 3.1a; de herdeira(o) – Gálatas 4.7; de estrela que brilha no universo – Filipenses 2.15 – 16a; com uma coroa na cabeça – Provérbios 4.7-9. Este é o plano de Deus para cada uma de nossas crianças, nossos adolescentes e jovens. Ele quer ver Suas promessas se cumprirem na vida delas. É por meio de você e de mim que Ele planeja chegar até elas. Mesmo com o coração quebrado elas se abrirão e ouvirão a voz de Cristo por meio de nós. Vamos nos dispor a ir até elas, uma a uma, lhes contando a verdade que liberta! Se você não tem como falar diretamente com a criança, apoie quem pode! Incentive para que a Palavra que produz Vida chegue até cada criança vulnerável.

:: Clenir Xavier dos Santos / Ultimato

Boas palavras


Boas palavras
// Lagoinha

Falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor… (Efésios 5.15)

A versão Almeida Revista e Corrigida traduz o versículo de hoje desta forma: "Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração". Gosto de aplicar esse versículo das duas maneiras. A maneira como falo comigo mesma é importante, e a maneira como falo com os outros também.

É fácil cair na armadilha de falar sobre coisas negativas, problemas, decepções e dificuldades. Mas nada disso nos ajuda a ficarmos cheios do Espírito Santo e nada disso reflete o que o Espírito Santo quer falar conosco, porque Ele não é negativo de forma alguma. Mesmo quando Ele fala conosco sobre um problema, fala para trazer uma solução; e quando Ele fala conosco sobre situações difíceis, faz isso para nos dar consolo e força. Quanto mais pensamos e falamos sobre os nossos problemas, mais fracos nos tornamos, mas somos fortalecidos quando falamos e pensamos em Jesus e nas promessas que Ele nos fez.

A vida nem sempre é fácil; todos nós enfrentamos dificuldades às vezes. Deus nos encheu com o Seu Espírito para nos capacitar a fazer coisas difíceis com facilidade. Quando você estiver passando por um tempo de dificuldade, mantenha seus ouvidos sintonizados à voz de Deus. Fale as coisas positivas que Deus lhe disser através da Sua Palavra e da voz do Seu Espírito no seu coração. Todos nós nos alimentamos das nossas próprias palavras, então, é muito importante dizer boas palavras que sejam cheias de vida.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Escolha as suas palavras com sabedoria hoje, pois elas têm o poder da vida ou da morte.






2014-12-01

Seu pai quer falar com você


Seu pai quer falar com você
// Lagoinha

“Por vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: ‘Aba, Pai’.” (Romanos 8.15)

O Espírito Santo é o Espírito de Adoção. Isso significa que pelo poder do Espírito Santo, nós realmente fazemos parte da família de Deus. Um dia fomos pecadores que serviram ao diabo, mas Deus nos redimiu, nos comprou com o sangue do Seu Filho e nos chama de Seus filhos amados.

A adoção é impressionante! Alguém que quer um filho escolhe um deliberadamente e o recebe como seu para amar e cuidar. Em alguns casos, isso pode ser ainda melhor do que nascer em uma família porque, quando os filhos nascem em uma família, eles nem sempre são desejados. Às vezes o nascimento deles é o resultado de escolhas que seus pais lamentam. Mas quando os filhos são adotados, são desejados, escolhidos especificamente e separados deliberadamente.

Quando escolhemos colocar a nossa fé em Jesus Cristo, o novo nascimento nos traz para a família de Deus e cordeiros em Cristo (ver Romanos 8.16-17). Ele nos trata como um Pai amoroso e perfeito. Um bom pai não fica em silêncio com os seus filhos. Ele faz muitas coisas por eles, assim como Deus faz por nós; inclusive, falar com eles e lhes dizer o quanto os ama, instruindo-os, guiando-os, advertindo-os, apoiando-os e encorajando-os. Você pertence a Deus; Ele o adotou e agora é o seu Pai; e Ele quer falar com você hoje. Se você teve a experiência dolorosa de ser rejeitado por seus pais naturais, deixe-me lembrar de que Deus adota você e o recebe como Seu próprio filho (ver Salmos 27.10).

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Deus acha você especial. Ele o escolheu para ser filho Dele.